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Lula é hegemônico Tião Viana mostra que, se não houver mudanças no quadro político nacional, presidente será imbatível na reeleição |
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As declarações foram feitas em discurso no Senado, quando o senador abordou o crescimento do nome de Lula apesar dos ataques da oposição. Tião Viana citou artigo do jornalista Gilberto Dimenstein ao observar que, em 2004, o crescimento da renda per capita foi de 12%, por causa da combinação do crescimento econômico com a repercussão dos programas sociais. Os dados mencionados por Dimenstein foram coletados em trabalho do economista Ricardo Paes de Barros. A partir deles, o jornalista elabora uma questão que abre caminho para o que seriam as razões fundamentais da liderança que Lula mantém nas pesquisas eleitorais. “Como alguém é capaz de apanhar tanto por tanto tempo e ainda ficar mais forte eleitoralmente?”. Segundo o senador, as análises de Paes de Barros e de outros economistas indicam que o governo Lula foi eficiente ao combinar políticas sociais, como a ampliação do programa Bolsa Família, com a elevação do crédito e a geração de empregos, além do controle da inflação, que levou à queda nos preços dos produtos básicos. Outro fator de elevação de renda da faixa mais pobre da população foi o aumento do salário mínimo - 16,6% em 2006, “o maior dos últimos 25 anos”, lembrou em aparte o senador Paulo Paim (PT-RS) Representante da OMS cumprimenta Tião Viana por ajuda no combate à hanseníase O senador Tião Viana (PT-AC) recebeu em Brasília o embaixador da Boa Vontade da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a Extinção da Hanseníase e presidente da Fundação Nippon, Yohei Sasakawa. O tema do encontro foi o combate à hanseníase e Yohei Sasakawa disse que o seu país obteve sucesso em sua política de combate à doença, que inclui o fim do confinamento e o pagamento de indenizações aos doentes. Ele acrescentou que o Japão respeita o governo brasileiro por suas iniciativas com vista à eliminação da hanseníase e ao combate ao preconceito existente contra a doença e propôs que Brasil e Japão sejam aliados junto à Organização das Nações Unidas (ONU) na luta contra a discriminação da hanseníase. Tião Viana anunciou a apresentação de projeto de lei de sua autoria para que o governo brasileiro reconheça a discriminação sofrida pelos portadores da doença e se comprometa a indenizá-los por tê-los mantido em colônias afastadas do convívio social. O senador afirmou que a política japonesa de reconhecimento da segregação das vítimas da hanseníase serviu de inspiração para o seu projeto. Rosa Soares, coordenadora Nacional de Eliminação da Hanseníase do Ministério da Saúde, que também participou do encontro, informou que ao longo de 2005 foram detectados 38 mil casos da doença, mas, após diagnóstico e tratamento, esse número caiu para 27 mil no final de dezembro. Segundo ela, o Brasil está caminhando para a eliminação da doença como problema de saúde pública, que é quando se constata a existência de menos de um caso em 10 mil habitantes, mas ainda não para sua erradicação. Viana destacou o trabalho da organização não-governamental (ONG) Mohran, única existente no Brasil que vem lutando contra a discriminação e por melhores condições de vida das vítimas da doença. A entidade foi representada no encontro por Artur Custódio de Souza. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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