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Angelim defende celeridade em investimentos do Banco da Amazônia |
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Falando não como prefeito, mas como conselheiro deliberativo da Superintendência da Zona Franca de Manaus, a Suframa, e também na condição de presidente da Associação dos Municípios do Acre, Angelim classificou o encontro como um “avanço nas relações do Banco com o setor produtivo”. Antes esse planejamento era feito, praticamente, dentro dos gabinetes da instituição. “Temos boas perspectivas em todos os municípios de investimentos na área de produção rural com o FNO (Fundo Constitucional do Norte) e com o Pronaf (Programa da Agricultura Familiar) e também com atividades nas áreas do ecoturismo, mas a aplicabilidade das propostas é carente e daí a necessidade de um pacto pela eficiência desses recursos”, disse ele, referindo-se ao que tachou de burocratização de toda a cadeia a cadeia produtiva. No Acre, esse encontro é o primeiro de uma série que acontecerá em toda a Amazônia, promovido pelo Banco com o objetivo de integrar o planejamento para 2007 às ações também traçadas pela Agência de Desenvolvimento da Amazônia, a antiga Sudam e pela Suframa. Conforme Marivaldo Melo, gerente regional do Banco da Amazônia no Acre, as prioridades de investimentos para o próximo ano estarão no setor de madeira, da castanha e da borracha, no de piscicultura e no ecoturismo”. Sem citar números, ele comemora os resultados alcançados pelo banco no primeiro semestre desse ano, que teria ficado 52% acima do igual período no ano passado. “Nos tornamos o segundo estado amazônico que mais cresceu e isso é um reflexo de ações do governo do Estado e das prefeituras que sempre acreditaram nesse potencial”, ressalta. A diretoria do Banco da Amazônia em Belém foi representada pelo gerente executivo, Oduval Lobato Neto, da Gerência de Estudos Econômicos e de Relações Institucionais. Ele afirma que encontros desse tipo são fundamentais para um bom planejamento. Lobato Neto, inclusive, esteve auxiliando na criação do Zoneamento Econômico, Ambiental, Social e Cultural de Rio Branco. Para o presidente da Federação das Indústrias do Acre, a Fieac, João Salomão, a oportunidade que se está dando por meio do encontro é fundamental para o setor produtivo, já que se permitem aos empresários e industriários as condições de alocação de recursos. “Uma das reivindicações é a facilidade de acesso a esses recursos, que teremos a partir de agora”, afirma. |
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