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Geoglifos acreanos ganham destaque MPF no Acre diz que sítios arqueológicos são bens da União e devem ser protegidos |
![]() Geoglifos existentes no Acre podem virar patrimônio da humanidade |
O MPF já havia enviado recomendação aos órgãos competentes - Iphan, Instituto do Meio Ambiente do Estado do Acre (Imac) e Incra - para que se realizasse levantamento acerca da existência e localização dos sítios arqueológicos a fim de evitar que os mesmos fossem atingidos por eventuais assentamentos ou constituição de reservas florestais. O tombamento dos geoglifos visa incorporá-los ao Patrimônio Cultural Brasileiro, protegendo-os, assim, da destruição que poderia ser causada por atividades de exploração, plantios, construção de estradas, entre outras atividades. Para emitir a recomendação, o procurador da República Anselmo Henrique Cordeiro Lopes, observou que os licenciamentos ambientais concedidos no Acre até hoje não atentavam para a existência dos geoglifos, o que de certa forma os colocava em risco costante de desaparecimento. “O tombamento é o primeiro passo para que num futuro breve os geoglifos possam ser declarados patrimônio da humanidade pela Unesco”, afirmou o procurador. Os geoglifos são estruturas arqueológicas com desenhos geométricos de vários formatos (linhas, quadrados, círculos, animais e até formas humanas), existentes em diversas partes do mundo. Segundo os estudiosos, os “desenhos” no solo são obra de povos antigos e desconhecidos. Alguns deles têm idade presumida de até 10 mil anos, chegam a medir centenas de metros de diâmetro. No estado do Acre, começaram a ser descobertos em pesquisas arqueológicas no final dos anos 1970. | |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Com Leonildo Rosas |
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