| COTIDIANO | |
Sinteac não evolui no diálogo e consenso está cada vez mais distante |
|
Mais uma assembléia foi realizada na manhã de ontem pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), e a exemplo das outras reuniões, não houve entendimento entre os membros da categoria. Sendo assim, aproximadamente 80% dos servidores de educação no Estado continuam exercendo suas atividades nas salas de aula, enquanto o restante não abre mão da greve. De acordo com a presidente do Sinteac, Alcilene Gurgel, a assembléia tinha o intuito de fazer uma reflexão, quando os trabalhadores decidiriam se continuariam com a greve, ou recuariam em suas reivindicações. “Até o momento, nem 20% do que pedimos foi atendido. A categoria precisa que o governo estabeleça um parcelamento, dizendo o mês, percentual dos reajustes, restabeleça a questão das letras, e uma outra série de reivindicações não atendidas”, afirma Alcilene. Segundo Almerinda Cunha, vice-presidente do sindicato, existe um grupo de trabalhadores radicalizado nas ruas e o Sinteac precisa está perto, pois é responsável por resolver os problemas da classe. “O que acontece hoje é que temos a maior parte dos professores trabalhando nas escolas, porque eles entendem que o governo colocou uma proposta agora e já vai apresentar uma outra até o mês de setembro, no máximo. No entanto, para alguns servidores isso não ficou claro, e eles insistem na greve”, frisa Almerinda. Ela acredita que toda a confusão que vem acontecendo entre os professores é devido às eleições no Sinteac. “Se essa discussão com o governo tivesse ocorrido bem antes do pleito que elegerá a nova diretoria, já teríamos chegado a um denominador comum. Mas o palco está acirrado e a disputa é grande”, enfatiza. Para a deputada estadual Naluh Gouveia (PT), que sempre foi uma das maiores defensores da categoria dos professores, a maior discussão que vem ocorrendo nesse momento diz respeito às eleições do Sinteac e não a melhorias salariais. “Infelizmente, anteciparam as eleições do Sinteac, ou seja, trouxeram os desentendimentos da diretoria do sindicato para o diálogo da isonomia salarial, o que é incorreto. É necessário ter bom senso”, pontua a parlamentar. |
|
|
|
| COTIDIANO |
| COLUNAS |
| EDITORIAL |
| ENTREVISTA |
| ESPECIAL |
| POLÍTICA |
| OPINIÃO |
| VARIEDADES |
| EDIÇÕES |
| EXPEDIENTE |
| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
| |