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Acreanos farão testes para o Grupo de Paz da ONU Excelente preparo de três oficiais da Polícia Militar do Acre poderá levá-los a missão especial no Timor Leste |
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Três oficiais da Polícia Militar do Acre estão sob aviso do Comando de Operações Terrestres do Ministério da Defesa para participar de alguns testes que poderão ser a sua porta de entrada para o Grupo de Paz da Organização das Noções Unidas (ONU) no Timor Leste. O documento, que confirmou o interesse dos voluntários major Ulysses, tenente-coronel Amarildo e capitão Kinpara, foi encaminhado nesta segunda-feira a Brasília, onde os oficiais terão seus nomes anexados aos demais voluntários de todo o Brasil, os quais também aguardam pelo teste. Foi o próprio ministério que solicitou do Comando Geral de Polícia no Estado que fizesse as indicações, conforme os requisitos. Algumas exigências são: ter pelo menos dez anos de carreira militar, ter curso de Direitos Humanos e também na área de patrulhamento de alto risco. Bem disposto e apto a participar dos testes, major Ulysses conta que compor o grupo é uma grande experiência policial que deseja ter. “A gente sempre espera poder compartilhar a nossa experiência e conhecimento com pessoas que precisam”, destacou. O oficial tem cursos de guerra na selva, combate ao terrorismo, polícia de proximidade, Swat e de direitos humanos, dentre outros realizados fora do país. O campo de experiência e conhecimento do candidato ao grupo é grande, assim como dos demais voluntários acreanos, que também possuem cursos de operações especiais e guerra na selva, por exemplo. Caso sejam selecionados pelo Comando de Operações Terrestres, os oficiais acreanos devem partir para o Timor Leste com a missão de ministrar cursos e treinamentos, além de auxiliar no policiamento preventivo daquela região. O trabalho deve durar seis meses, podendo ter o tempo prorrogado. O teste ainda não tem data marcada, segundo o major. Mas a previsão é que eles sejam realizados até o fim deste ano, do qual espera-se selecionar pelo menos 20 homens de todo o Brasil. “Essa poderá ser a primeira vez que um oficial acreano trabalhará em missões especiais fora do Brasil”, enfatizou o voluntário. “Muitas pessoas dizem que é loucura sair do nosso Estado para ir para um lugar tão perigoso. Mas se formos selecionados, iremos para lá fazer o melhor que pudermos”. |
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