POLÍTICA

Democracia custa caro, segundo Edvaldo Magalhães

Odair Leal/Aleac
Feijó recebe 3ª Reunião dos
Prefeitos do Acre no sábado


O presidente da Assembléia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Edvaldo Magalhães (PC do B), rebatendo os críticos que questionam as despesas gastas com a realização da Assembléia Aberta nos municípios do interior do Estado, foi enfático: “A pergunta que deveria ser feita é: quanto custa a democracia. Quanto custa?”.

Segundo Magalhães, fazer democracia entre deputados, prefeitos e agentes políticos com mandato é muito fácil. Porém, fazer democracia ouvindo lideranças sem mandatos, de vários municípios de uma região, é muito difícil e custa dinheiro.

“Não dá para pedir a um vereador de Porto Walter ou do Jordão que fique dois dias num barco ou canoa para vir participar de um evento promovido pela Assembléia. Isso é desrespeito. Ele tem que vir de avião ou de carro, se possível. O que nós estamos investindo é muito pouco para debater nossos problemas e soluções”, acrescentou.

O deputado ressaltou que o debate democrático é realmente caro, pois para se fazer democracia, são necessários esforços e recursos. “A Assembléia é uma casa política. Não temos que ficar juntando dinheiro para fazer poupança ou construir coisas. Temos que fazer política. Só a política pode mudar a vida das pessoas para melhor. Vamos investir o que for necessário para garantir o exercício da democracia”, emendou Edvaldo.

Segundo o presidente da Aleac, o investimento em todos os sete eventos da Assembléia custará pouco mais de R$ 70 mil.

 
 
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Rio Branco-AC, 16 de agosto de 2007
   GIRO GERAL
Com Moisés Alencastro
   NA TRIBO
Com Roberta Lima
   PORONGA
Com Leonildo Rosas
 
 
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