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Do Editor |
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Não adianta “tapinha nas costas” Se o eleitor não aceita mais o tradicional “tapinha nas costas”, o famoso “jeitinho” bem brasileiro de agradar o cidadão em tempos de eleição, calcule-se a polícia, que trabalha duro para garantir a lisura do processo. A cada ano a legislação eleitoral endurece, restringindo mais e mais o espaço dos maus políticos e ampliando o leque de conscientização da sociedade. Este ano a Justiça Eleitoral dobra a vigilância em relação ao pleito e conta com o apoio irrestrito das polícias Militar, Civil, Federal e Rodoviária Federal, com vistas a fazer cumprir as normas da lei, custe o que custar. Os olhos da segurança pública estão atentos a toda e qualquer forma de ilícito que possa vir a ser praticada pelos candidatos à representação do povo. O Tribunal Regional Eleitoral está de olho nas prestações de contas e nos gastos dos partidos na campanha para a eleição municipal de cinco de outubro. As polícias estão alerta para coibir as irregularidades, e a população é orientada a denunciar, com direito, inclusive, a ligação gratuita pelo 0800-6474300. Tudo isso, toda essa tática de segurança e trabalho de conscientização pode ser considerado boas sementes, que plantadas ao longo do tempo garantirão uma nova geração de representantes comprometidos e de uma população consciente de que a eleição é um dos momentos democráticos mais importantes do país. O fruto dessa semente, sem dúvida, é a melhor qualidade de vida, proveniente do respeito à saúde, à educação, à segurança e à geração de emprego e renda. |
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