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Sem saída Pai de aluno ameaça fazer greve de fome em protesto contra a paralisação dos professores da Ufac |
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Revoltado com a paralisação dos professores da Universidade Federal do Acre (Ufac), que já dura dois meses, o apicultor e massoterapeuta Roberto Santi ameaçou fazer greve de fome caso a situação não seja resolvida. Segundo ele, o movimento perdeu o sentido e os manifestantes não sabem mais com quem dialogar. “Eles escolheram o pior momento político do país para reivindicar o que nem ficou claro para a população. Além disso, cobram do governador do Estado uma coisa que só quem resolve é o governo federal”, reclamou. Santi falou ainda que os professores agora estão pedindo socorro aos parlamentares acreanos, quando deveriam ter tentado dialogar antes. “A greve é um instrumento democrático para ser usado em ocasião extrema e não de forma irresponsável, como está sendo feito”, acrescentou. Segundo ele, os pais querem saber quando seus filhos voltarão às aulas, uma vez que a paralisação está causando prejuízo social, educacional e econômico. “Se fosse para melhorar o ensino eu mesmo participaria do movimento, porque sou pai de aluno, mas essa história deles não tem futuro”, ressaltou. Santi garantiu que conhece professores que ainda não sabem os motivos da greve e que alguns foram contra, enquanto outros aproveitaram para viajar de férias. De acordo com ele, o movimento que a população vê na rua não inclui um terço dos educadores lotados na universidade. “Ouvi reclamações de que a greve foi decidida por vinte e seis pessoas num universo de centenas que deveriam ter opinado”, afirmou. Por fim, Santi sugeriu: “Eles deveriam fazer uma greve de fome, mas isso não seria aceito porque causaria sofrimento”. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
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| Com Roberta Lima |
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| Com Leonildo Rosas |
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