| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
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Do Editor |
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| Chico vive O líder seringueiro Chico Mendes vive na lembrança e no coração dos acreanos. Seu nome é conhecido até pelas crianças, que aprendem ainda pequenas na escola sobre a sua luta em defesa da preservação da floresta e continuam semeando os sonhos que ele idealizou. A “Semana Chico Mendes” (de 15 a 22 deste mês), criada em sua memória, traz diversas atividades que lembram a importância do idealismo que ele tanto defendeu, ou melhor, morreu sem nunca ter recuado um centímetro sequer daquilo em que acreditava, mesmo sabendo que seus inimigos eram poderosos e cruéis. Chico levou o nome do Acre para os quatro cantos do mundo. Anunciou que a Amazônia estava em perigo, o que exigia uma tomada de atitude antes que ela desaparecesse sob o corte da motosserra e do fogo das queimadas. Tornou-se conhecido e respeitado por onde passou, sem nunca perder a simplicidade e a convicção do que queria. Chico, o herói seringueiro, morreu há 18 anos em Xapuri quando descia da porta de sua casa, na caída da noite, para tomar banho. Porém, a bala de cartucho dos algozes covardes só fez aumentar a corrente em favor da luta dele. Se estivesse aqui hoje, certamente estaria aliviado de ver que nos últimos oito anos a floresta e o meio ambiente finalmente ganharam a proteção do governo e da própria sociedade, que fiscaliza e cobra. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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