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Do Editor |
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Espírito de Natal Ganhar presentes de Natal é muito bom. Que o diga o setor comercial, o mais atendido pelo Papai Noel. Quando chega o fim do ano, os lojistas chegam a faturar o triplo do que faturam em meses sem datas festivas. É por isso que o Natal é uma época de tantas comemorações. Ganham os consumidores, ganham muito mais os comerciantes e todos saem satisfeitos. Sobra até entusiasmo para receber o espírito de Natal. E por falar nisso, que espírito é esse que contagia tantas pessoas, de forma tão espontânea quando chega o mês de dezembro? Magia, sensibilização, consciência, religiosidade. Seja qual for o motivo, um desses sentimentos sempre bate à porta para fazer com que as pessoas cumprimentem umas às outras, desejem-boas novas e esqueçam as desavenças criadas no decorrer estressante do ano, dividido entre estudo e trabalho. O Natal é, portanto, um período de magia universal. O chamado espírito natalino tem a faculdade de unir os opostos, rever conceitos há muito combatidos, criar nos mais refratários a consciência de que o mundo é viável, a despeito de uma minoria que prefere dar de ombros para o sentimento mais sublime que o Criador nos legou: o de amar o semelhante e por um momento esquecer nosso completo egocentrismo. |
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