| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
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Do Editor |
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| Agora é lei A necessidade de os bancos se adequarem às exigências do consumidor, no que se refere à prestação de um bom serviço, baseado na humanização do setor, agora é lei municipal. A norma passou a vigorar a partir de ontem e as instituições financeiras são obrigadas a se moldarem às exigências, sob pena de sofrerem sanções que vão desde multas pesadas até a suspensão do alvará de funcionamento. Se depois de várias discussões sobre o tema, as regras ainda não ficaram claras para as instituições, ontem uma equipe de fiscais do Procon, incluindo o diretor executivo do órgão, Gerson Vilela, e o vereador Márcio Batista, autor da lei, fizeram uma vistoria nos bancos para se assegurar de que as normas serão cobradas na íntegra. Quem gostou foram os consumidores, que costumam passar horas nas filas de espera e se sentem impotentes diante da falta de respeito aos seus direitos. A partir de agora, as instituições terão que oferecer cadeiras, bebedouros, banheiros e, acima de tudo, agilizar o atendimento em tempo determinado. Porém, o Procon já avisou que não dispõe de pessoal suficiente para fiscalizar o serviço diário dos bancos, o que requer maior atenção por parte do consumidor. Ao se sentir lesado em seu direito, o cliente deve procurar o órgão, munido da senha, para efetivar sua reclamação. Seria muito bom que, mesmo aos poucos, a sociedade tivesse a consciência de que a hierarquia deveria funcionar como um triângulo, onde em cima estão os que foram escolhidos para dirigir e embaixo está a maioria, que move o sistema e paga para que o sistema funcione. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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