OPINIÃO
   EDITORIAL

Do Editor

 

Tempo de queimada

Mal começou o período de estiagem e já se podem ver as colunas de fumaça em pontos diversos da cidade. São as tais queimadas urbanas, que tanto perturbam a saúde das pessoas quanto prejudicam o meio ambiente.

Todo ano é a mesma coisa: as campanhas de educação ambiental são realizadas, os técnicos dos órgãos envolvidos percorrem os bairros e são feitos pedidos pelo rádio e televisão para que não se faça queimada no perímetro urbano da cidade. Mas de nada adianta. Talvez seja necessário agora que a atuação dessas instituições seja no sentido de punir quem provoca tal ato. Os responsáveis devem ser multados e os reincidentes, presos, para que possam refletir sobre o mal que causam às pessoas.

Nesse período, porém, não são apenas as queimadas urbanas que preocupam. Há ainda aquelas realizadas em propriedades rurais. Não dá pra dizer que elas sejam proibidas definitivamente, afinal, queimar é uma necessidade na agricultura acreana, já que os produtores não dispõem de condições para adquirir maquinário para tratar a terra, além do que a queima faz parte da cultura e da tradição do agricultor da região. Mas há que se reconhecer que os abusos continuam ocorrendo e que os órgãos de fiscalização ambiental não conseguem autuar quem os utiliza.

Os homens da Amazônia, sejam eles autoridades, produtores, índios ou apenas cidadãos comuns, têm que reconhecer que práticas como as queimadas contribuem para a destruição do maior bem que possuem, a floresta. Isso feito, será dado um grande passo para melhorar a qualidade da vida na Terra.

 

 
© Copyright Página 20 todos os direitos reservados    -      Imprimir       -       TOPO
Rio Branco-AC, 17 de maio de 2007
   GIRO GERAL
Com Moisés Alencastro
   NA TRIBO
Com Roberta Lima
   PORONGA
Da Redação
 
 
P E S Q U I S A

 COTIDIANO
 COLUNAS
 EDITORIAL
 ENTREVISTA
 ESPECIAL
 ESPORTE 20
 POLÍTICA
 OPINIÃO
 VARIEDADES
 EDIÇÕES
 EXPEDIENTE
 E-MAIL