| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
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Do Editor |
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| Tempo de queimada Mal começou o período de estiagem e já se podem ver as colunas de fumaça em pontos diversos da cidade. São as tais queimadas urbanas, que tanto perturbam a saúde das pessoas quanto prejudicam o meio ambiente. Todo ano é a mesma coisa: as campanhas de educação ambiental são realizadas, os técnicos dos órgãos envolvidos percorrem os bairros e são feitos pedidos pelo rádio e televisão para que não se faça queimada no perímetro urbano da cidade. Mas de nada adianta. Talvez seja necessário agora que a atuação dessas instituições seja no sentido de punir quem provoca tal ato. Os responsáveis devem ser multados e os reincidentes, presos, para que possam refletir sobre o mal que causam às pessoas. Nesse período, porém, não são apenas as queimadas urbanas que preocupam. Há ainda aquelas realizadas em propriedades rurais. Não dá pra dizer que elas sejam proibidas definitivamente, afinal, queimar é uma necessidade na agricultura acreana, já que os produtores não dispõem de condições para adquirir maquinário para tratar a terra, além do que a queima faz parte da cultura e da tradição do agricultor da região. Mas há que se reconhecer que os abusos continuam ocorrendo e que os órgãos de fiscalização ambiental não conseguem autuar quem os utiliza. Os homens da Amazônia, sejam eles autoridades, produtores, índios ou apenas cidadãos comuns, têm que reconhecer que práticas como as queimadas contribuem para a destruição do maior bem que possuem, a floresta. Isso feito, será dado um grande passo para melhorar a qualidade da vida na Terra. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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