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Ibama aguarda respostas de consórcio sobre impacto de hidrelétricas no Rio Madeira |
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Brasília - A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou ontem que o Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) aguarda respostas do consórcio de construção de hidrelétricas no Rio Madeira sobre impactos da obra. Ela disse que o órgão ambiental quer respostas sobre “mercúrio, sedimentos e peixes”. “Com o protocolo dessas respostas, eles [técnicos do Ibama] farão análise dessas respostas e se manifestarão no tempo oportuno”, disse Marina Silva. Terça-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a construção das hidrelétricas. Lula afirmou que é necessária a combinação de “pressa em fazer a obra” com “a pressa de cuidar com muito carinho do meio ambiente”. As duas hidrelétricas (Jirau e Santo Antônio), em Rondônia, terão capacidade de 6.450 megawatts no total – aproximadamente metade da potência de Itaipu, a usina mais potente do país. A obra depende da concessão de licença prévia pelo Ibama, que, em 23 de abril, publicou parecer recomendando a não emissão da licença e pedindo a elaboração de um novo estudo de impacto ambiental (EIA) para o consórcio formado entre Furnas Centrais Elétricas e a empreiteira Odebrecht. (Agência Brasil) |
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