| OPINIÃO | ||
| VIA PÚBLICA | ||
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INTOLERANTES A greve do Sinteac teve um fim melancólico. As brigas entre os líderes do sindicato levaram professores e funcionários a desconfiar dos reais propósitos do movimento. O sotaque eleitoreiro esteve implícito em todos os momentos, o que gerou o descrédito geral. Agora, como se não bastasse a pilhéria de uma encenação teatral de péssimo gosto, está ocorrendo o mais inusitado da farra dos brigões. Há colégios que não aderiram ao movimento. A grande maioria logo voltou ao trabalho por vislumbrar, no futuro, apenas prejuízos gerados pela justa e obrigatória reposição das aulas perdidas. Agora, segundo consta, apenas alguns poucos professores querem a continuação da greve. Boa parte dos funcionários opta pela continuidade da paralisação, isso porque estão, hoje, em plena folga dos poucos afazeres e não reporão nenhuma hora de trabalho. Pior, então, é a situação do Colégio Estadual Barão do Rio Branco (CEBRB). Trágico se não fosse cômico. Em sua grande maioria, os professores noturnos, principalmente, querem voltar ao trabalho, mas, para surpresa geral, o comando de greve, formado por uma meia dúzia de teimosos, está prometendo fazer piquete para impedir o trabalho daqueles que pensam em alunos que buscam o término do ensino médio para, urgentemente, inserir-se no mercado de trabalho... É ridículo! Já é uma questão de sobrevivência, senhores! (José Cláudio Mota Porfiro) |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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