Pensar globalmente,
agir localmente
Iniciativas como a Ação Global, que acontece durante todo o dia de hoje no Ginásio do Sesi, são um exemplo de cidadania e altruísmo. Milhares de pessoas são acolhidas todos os anos, em busca de atendimento médico, documentos ou tão-somente de lazer. Para muitos, esta é a única oportunidade de checar a saúde, de provar sua existência através de certidões e, até mesmo, de proporcionar momentos de alegria à família.
O caminho para um mundo melhor passa pela solidariedade, pelo voluntariado, pelas boas ações e idéias. Já que a máquina estatal, tão paternalista e, por isso mesmo, tão ocupada com tantas demandas, é incapaz de atender a todas as necessidades sozinha é aí que entram as iniciativas externas a fim de prestar socorro. E os serviços proporcionados hoje, que não são poucos, são um bom exemplo.
Este já é o 15º ano de Ação Global e a cada ano o público nunca diminui, pelo contrário. Além dos serviços costumeiros, este ano haverá novidades que com certeza transformarão esta iniciativa na mais completa assistência à população de Rio Branco, proporcionando-lhe um salto de qualidade de vida.
É de ações desta natureza que a sociedade necessita e agradece. E aqueles que quiserem contribuir, com certeza, também serão bem-vindos. Como já dizia John Lennon, para que o mundo seja um lugar melhor para se viver, deve-se pensar globalmente, mas agir localmente. Se todos, em toda a parte do mundo, tomarem as rédeas de iniciativas como a Ação Global, cujo nome já traduz esse pensamento, este lema deixará de ser uma distante utopia para se tornar uma realidade próxima.
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