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Banco da Amazônia fala de oportunidades e negócios em seminário Evento reúne gestores, empreendedores e pesquisadores |
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O Banco da Amazônia está realizando nos nove Estados da região o seminário “Novas Oportunidades e Negócios na Amazônia”. Ontem, o evento teve início no Acre, com a participação de políticos, empreendedores e pesquisadores, além do gerente executivo da área de investimentos da instituição, Hélio Graça. Segundo o gerente, o seminário tem o objetivo de envolver diversas esferas da sociedade para trabalhar o desenvolvimento na Amazônia. O evento aborda os projetos que são desenvolvidos na região e àqueles que estão parados por falta de investimento. “É importante que todos se interessem e ajudem a por estes projetos para funcionar, visualizando a iniciativa como uma oportunidade econômica e de desenvolvimento da Amazônia”, destacou. Na tarde de ontem, durante a abertura do seminário, o Banco da Amazônia aprestou o livro que traz a publicação de projetos que venceram o concurso de incentivo ao empreendedorismo consciente na Amazônia, da edição 2006. Os projetos contidos na obra são desde a extração de óleos vegetais ao ecoturismo. O gerente informou que o de ecoturismo, por exemplo, é capaz de promover uma grande movimentação na economia. Isso porque além de mexer com a valorização e a preservação da natureza, induz empresários a investirem mais na rede hoteleira, em restaurantes, na qualidade do transporte e em outros serviços ligados diretamente ao turismo ecológico. “O banco se dispôs a investir nestas idéias porque enxerga todas elas como uma nova oportunidade de negócios. Não basta olharmos para a Amazônia e acharmos que ela é muito bonita. Temos que ser mais ousados e investir no que ela nos oferece. Aqui no Acre temos um grande interesse em investir na Usina Álcool Verde”, completou o gerente. Hoje, a discussão segue com a proposta de operacionalizar novas oportunidades. O gerente anunciou que o banco falará de investimentos para o Acre, e de antemão, disse que R$ 210 milhões deverão ser investidos no Estado em 2008. “Deste montante nós temos R$ 170 milhões para fomentos a longo prazo e o restante será investido em projetos a curto prazo”, completou. | |
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