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Do Editor |
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Pelo fim das queimadas Apesar do alerta e do esforço das instituições de controle ambiental, Rio Branco ontem lembrou o ano de 2005, quando a fumaça das queimadas tomou conta de toda a cidade. O dia estava escuro e o céu, encoberto pela fumaça. Nos hospitais e postos de saúde, crianças e idosos buscaram ajuda para os problemas respiratórios. Hoje, o dia promete ser igual. O pior é que hoje ainda são 17 de agosto. A estiagem ainda deve se prolongar por algum tempo e as queimadas também. O que se deve fazer para acabar com essa situação? Será que a Amazônia vai ser mesmo consumida pelo fogo? Não haverá uma reação, vamos todos deixar que isso aconteça? Quem ama a vida jamais pode se acomodar e deixar que isso continue ano após ano. O dever de pôr fim a esse caos ambiental não é só do Ministério Público, do Ibama, do Imac ou do governo. Todos têm a obrigação de agir evitando as queimadas urbanas e buscando alternativas para utilizar na agricultura, denunciando quem promove a queima ilegal e ajudando os órgãos públicos a conscientizar e combater quem delas faz uso. Isso é o mínimo que se deve fazer para se ter um ar mais puro e para garantir que espécies animais e vegetais sobrevivam para outras gerações. Uma pergunta final deve ser feita: vale mais o lucro imediato ou a saúde da população e a vida dos nossos filhos e netos? |
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