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| Coleta de assinatura inicia a luta pelo Passe Livre Comitê do movimento pedirá apoio em todos os bairros da capital a partir deste sábado |
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A partir das 8 horas deste sábado, o Comitê do Movimento pelo Passe Livre (CMPL) estará no bairro Sobral iniciando a coleta de assinaturas para o projeto de lei que garante a gratuidade em transporte coletivo para todos os estudantes. Há algumas semanas a comissão - formada por estudantes universitários e secundaristas - vem buscando meios para que o passe livre seja conquistado. Uma das estratégias é a adesão de mais pessoas na luta. “A gente pede que as pessoas participem desta campanha, não só assinando este abaixo-assinado, mas participando de todas as atividades promovidas pelo CMPL. Quanto mais gente, melhor”, destacou Talita Oliveira, membro da comissão. Segundo Talita, a comissão quer conquistar o Passe Livre através da participação popular, envolvendo os maiores interessados no projeto. Por esse motivo é que os membros passarão por todos os bairros da capital a partir deste sábado para pedir apoio e para buscar a meta de dez mil assinaturas. Conforme foi informado pela Câmara Municipal de Rio Branco, os participantes terão que ter título de eleitor para que as assinaturas tenham efeito durante o trâmite do processo. Neste sentido, a comissão apela para aqueles que forem sair de suas casas para participar do ato, que levem o documento. No Sobral, por exemplo, o movimento estará na praça que fica de frente a Semsur, das 8 horas às 18 horas. Além da base, alguns membros estarão circulando pelas adjacências do bairro, de casa em casa. “Decidimos começar pelo Sobral porque é um dos bairros mais prejudicados neste contexto, por ser longe e também porque a maioria dos estudantes de lá não têm carteira de passe, já que estudam na própria comunidade”, enfatizou Talita. O próximo bairro a ser visitado será o Vitória. A partir disso, a comissão montará um novo cronograma a ser seguido. A idéia é fazer as visitas sempre nos fins de semana. O destino das assinaturas Com as dez mil assinaturas em mãos, o comitê fará o encaminhamento à Câmara Municipal juntamente com o projeto Passe Livre. Lá, as reivindicações serão avaliadas. A resposta não tem data prevista. Segundo Talita, em Florianópolis o projeto demorou quatro anos para ser aprovado. Entretanto, o comitê formado no Acre está com perspectivas mais positivas, levando em consideração que em várias capitais brasileiras o passe livre já é uma realidade. “Estamos com esperança de que dentro de um ano o projeto seja aprovado. Com outras cidades como exemplo, tudo fica mais fácil”, completou. |
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