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Banco da Amazônia: mais um ano de serviço
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ANDRÉA ZÍLIO No auge da extração da borracha, o Banco da Amazônia foi fundado para financiar essa produção que era bastante consumida na 2ª Guerra Mundial. Passaram-se 65 anos de atuação, e com ele o banco criou outras metas e tem hoje como filosofia em suas ações, o desenvolvimento sustentável da região, segundo o gerente regional interino, Adimar Ferreira da Cruz. Ontem, foi comemorado o aniversário da instituição. No Acre, o Banco da Amazônia tem 64 anos de atuação, são oito agências em sete municípios estratégicas em todo Estado, em que os demais municípios onde não existe o serviço, são atendidos pelos que estão mais próximos, de acordo com o gerente. Com a meta de desenvolver, o Banco aplicou até hoje mais de 300 milhões na zona rural, indústria e comércio e serviço, por meio do Fundo Constitucional de Financiamento do norte (FNO), que tem como objetivo contribuir para a promoção do desenvolvimento econômico e social da região, através de programas de financiamento aos setores produtivos privados. Comemorar mais um ano de existência para Adimar, significa dar a importância devida ao trabalho do Banco da Amazônia perante a sociedade, evidenciando sua meta que, segundo ele, não é meramente comercial e sim, de responsabilidade com o desenvolvimento da área onde atua. A data de apagar velas é dia 9 de julho, mas muitos funcionários estavam em encontro nacional promovido pela instituição nesta data, em Belém, por isso, só ontem é que se reuniram. FNO – Uma das principais ferramentas de atuação do Banco da Amazônia é o FNO. Os recursos do Fundo, provenientes de 0,6% da arrecadação do Imposto de Renda e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), são administrados pelo Banco da Amazônia – instituição financeira pública federal, vinculada ao Ministério da Fazenda – que os aplica através de programas elaborados, anualmente, de acordo com a realidade ambiental, social e econômica da região, em parceria com os representantes das instituições públicas e dos diversos segmentos da sociedade, em consonância com o Plano Plurianual para a Amazônia Legal (PPA) e com as prioridades espaciais e setoriais definidas pelas Unidades Federadas da Região Norte. “Brindamos ao serviço realizado até hoje, com o desejo de continuar contribuindo”, diz Adimar. |
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