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Curso da Embrapa reúne profissionais da região Norte Evento discute segurança e biossegurança |
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Além de conhecimentos técnicos, o treinamento vai proporcionar uma visão crítica de aspectos da segurança e biossegurança laboratorial, de acordo com padrões de qualidade previstos pelo Inmetro e ISO 17025. Toxicidade das principais classes de produtos químicos, conceitos de limites de tolerância, equipamentos de proteção coletiva e individual, layoult para tornar um laboratório seguro, além de Boas Práticas de higiene do trabalho e biossegurança estão entre os conteúdos abordados e vão orientar o planejamento e desempenho da atividade, garantindo maior segurança. As atividades em laboratórios envolvem uma variedade de riscos devido à presença de substâncias tóxicas, corrosivas, irritantes e inflamáveis, utilização de equipamentos causadores de alteração de temperatura e emissores de radiações e ainda trabalhos envolvendo agentes biológicos e patogênicos. “As causas mais freqüentes de acidentes estão relacionadas a procedimentos operacionais inadequados, uso incorreto de equipamentos e de materiais com características desconhecidas, além de alterações emocionais. Ter consciência dos riscos a que se está exposto é o primeiro passo para tornar o ambiente de trabalho mais seguro”, diz a engenheira química e de segurança do trabalho Sandra de Angelis. Na avaliação do químico e higienista Adolfo Borges, um dos instrutores do curso, os riscos existentes podem ser administrados. A segurança é uma questão de postura de profissionais e instituições. Ambientes bem planejados e procedimentos orientados ajudam a reduzir as situações de risco. “Nenhum produto é tão perigoso se manuseado adequadamente”, enfatiza. Um dos resultados práticos da capacitação será o diagnóstico situacional dos laboratórios das unidades envolvidas, com indicação dos níveis de riscos químicos e biológicos. Os dados servirão de base para a elaboração do Manual de Boas Práticas de Segurança e Biossegurança, com base em critérios gerais estabelecidos pela legislação, adaptados às especificidades de cada laboratório. Para a professora Petra Sanches, pioneira em estudos de biossegurança, quando a questão é segurança, não basta executar técnicas e procedimentos adequados. É preciso também adotar medidas preventivas, visando eliminar ou minimizar os ricos que podem comprometer a saúde humana, meio ambiente e a qualidade dos trabalhos desenvolvidos. No caso da Embrapa, cujas unidades descentralizadas desenvolvem suas pesquisas tanto em laboratórios como em áreas de campo, é importante definir regras específicas de segurança. A Embrapa Acre é uma das 41 unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Mais informações: |
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