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Com Val Sales |
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Síndrome do Pânico Taquicardia, sensação de falta de ar, tremor, fraqueza nas pernas, ondas de frio ou de calor, tontura, sensação de que o ambiente está estranho, de desmaio, de que vai ter um infarto, de uma pressão na cabeça, de que vai “ficar louco”, de que vai engasgar com alimentos, crises noturnas de acordar sobressaltado com o coração disparando e com suor intenso. Isso é Síndrome do Pânico. Mas se preocupe porque ninguém jamais morreu sufocado por causa de Pânico. O certo é ficar por dentro do assunto e manter a tranqüilidade. Outros sintomas Algumas pessoas têm diarréias intensas em determinadas situações. Outras têm sintomas de uma Labirintite ou passam a ter pensamentos que não saem da cabeça, de que poderiam ter doenças graves, mesmo que todos os exames sejam normais. Podem ocorrer pensamentos que a pessoa sabe que não faz sentido, mas não consegue tirar da cabeça, como se atirar pela janela ou se ferir com uma faca. ... E ainda Um medo muito comum é o de “voltar a sentir medo”. Muitas vezes o simples pensamento de entrar num avião ou passar ao lado de um abismo já desencadeiam a crise. Algumas pessoas vão a um cinema, teatro ou restaurante e procuram sentar-se perto da saída, outras não trancam a porta quando vão ao banheiro, para sair facilmente caso venham a passar mal. Desenvolvimento de fobias Depois de muitas crises, a pessoa pode não sentir mais os sintomas físicos, mas, continua com medos que, ela mesma, percebe que não são lógicos. Isso inclui dirigir em congestionamentos, túneis ou estradas, pegar ônibus, metrô, avião, participar de reuniões, viajar, ficar sozinha, de sair sozinha de casa, de escuro, de ficar em lugares com muita gente ou de lugares abertos e vazios. Às vezes aparece até mesmo medo de dormir, quando a pessoa teve crises noturnas, ou de se alimentar, quando teve sensações de engasgar. Causas Psicológicas: reação a um estresse ou a uma situação difícil, cuja solução é igualmente difícil. Essa situação difícil pode ser profissional, afetiva, financeira, de saúde, etc. Físicas: alterações no organismo provocadas, por medicamentos, doenças físicas, por abuso de álcool e drogas. Genética familiar de Pânico e depressão. Predisposição genética não quer dizer hereditariedade, ou seja, Síndrome do Pânico ou Transtorno do Pânico não passa de pai para filho. Tratamento em duas etapas Os sintomas físicos costumam passar rápido com a ajuda de medicamentos. Nessa fase, onde o objetivo é acabar com os sintomas físicos, a Psicoterapia sozinha ajuda pouco. Acabar com as fobias: Nessa fase o tratamento mais eficaz é uma combinação de medicação com Psicoterapia, principalmente a Psicoterapia Breve Focal, que consiste em poucas sessões para ajudar o paciente a mudar de atitudes, sair de situações difíceis e ver os problemas com mais objetividade. (Fonte de pesquisa: www.mentalhelp.com/panico/htm).
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