| COTIDIANO | |
Reportagem sobre o Rio Acre sensibiliza comando do 4º BIS Uma tropa de 55 homens recebeu a missão de limpar parte do rio após a publicação da matéria “Rio Acre pede socorro”, no jornal Página 20 |
![]() Ação dos soldados contribuiu para manter o rio mais limpo |
De luvas e enxadas nas mãos, 55 homens trabalhavam incessantemente na manhã de ontem para devolver vida a uma parte do Rio Acre, que parecia não ter mais jeito. A tropa faz parte do 4º Batalhão de Infantaria e Selva (4º BIS), que recebeu a ordem do comandante Francisco Cândido Amaral Schroeder para retirar das águas todos os destroços encontrados no local. Garrafas Pet, pneus de caminhão e de bicicleta, cadeiras e até ferragens de carro foram encontrados na região do rio que abrange as três pontes que dividem o primeiro e o segundo distrito de Rio Branco. A iniciativa, segundo o tenente Gacez, surgiu a partir da reportagem “Rio Acre pede socorro”, publicada no jornal Página 20, no último dia 12, com fotos que comprovavam a obstrução do rio, provocada por um grande volume de lixo em volta das pontes. “O comandante leu a reportagem e ficou sensibilizado com o que viu nela. Diante disso, ele resolveu inserir a atividade de limpeza do rio na semana de comemorações alusiva aos 51 anos do 4º BIS”, destacou o tenente Garcez. A reportagem especial publicada dizia que uma placa fixada por populares no meio rio parecia ser o atestado de óbito do principal afluente do Estado. A placa dizia “socorro”. Os repórteres Whilley Araújo e Marcos Vicentti foram os responsáveis pela produção da reportagem. Whilley observou que quem passa pelas proximidades das duas pontes no centro de Rio Branco pode perceber facilmente o contraste existente entre as belezas do patrimônio histórico acreano e a degradação do rio mais importante da região. Foi esse contraste que o comando do 4º BIS quis amenizar com a operação realizada na manhã de ontem. “Vimos que realmente há muito lixo aqui. Não teremos condições de retirar tudo, mas o nosso trabalho irá melhorar muito as condições dessas águas. Em poucas horas retiramos cerca de uma tonelada de lixo e esperamos que a população colabore não jogando mais lixo no rio”, reforçou. Para o tenente, a participação da população é essencial para que o rio não chegue mais ao estágio que estava nos últimos dias. Ele disse que se cada pessoa fizer a sua parte e deixar de jogar lixo no rio, o trabalho de despoluição será facilitado e o afluente poderá ter a mesma vitalidade de antes. | |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Com Leonildo Rosas |
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