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Exposebrae 2005 supera metas |
Reunir no mesmo espaço; confecção, móveis, artesanato, culinária, brinquedos, acessórios, perfumarias,cosméticos, livros, teatro infantil, cinema, e shows foi o desafio da Exposebrae de 2005 que termina hoje no centro empresarial do Sebrae na Avenida Ceará. O evento, que é uma realização do Sebrae e do Governo do Estado, reúne 120 expositores com objetivo de criar oportunidades para que os empresários locais possam aumentar suas vendas nesta época natalina, inclusive fazendo caixa para ajudar nas despesas de 13º das empresas. Além de oferecer a comunidade lazer e entretenimento. A “Trimania”, loja de confecção, que participa pela terceira vez da Exposebrae disse que este ano as expectativas são melhores. “Compramos muita mercadoria nova para participar da feira que é um bom lugar pra divulgar e vender nossas confecções. Investi bastante neste evento e sei que vou ter retorno”, disse Kelly Rayne de Oliveira, dona da confecção. Na área de móveis o bom gosto e refinamento das peças chama a atenção dos visitantes. A Umatilmóveis Ltda, que funciona há cinco anos no Conj. Tancredo Neves trouxe para a Exposebrae a sua mais recente linha de móveis. “É a segunda vez que participamos. Ano passado nos não tínhamos a idéia da importância desta feira e não nos preparamos. Este ano trouxemos, cama, guarda-roupa,armário, jogo de sofá e já recebemos até encomenda” disse Valma Bezerra da Silva, representante da Umatilmóveis. No ano passado os 91 expositores geraram cerca de 90 mil reais. A expectativa da Exposebrae 2005 é de mais de 100 mil reais movimentados em vendas dentro do evento. “Nos estamos com standes da caixa econômica e do Basa que orientam os micro empresários e visitantes em relação ao acesso ao micro-crédito. Nos preparamos uma estrutura física e estética, confortável, para agradar o público que se dispõem a nos visitar. Os micro empresários que participam da Exposebrae estão visivelmente empolgados com os resultados. Tenho certeza que vamos ultrapassar os números de 2004”, informou Jorge Mazer, coordenador da Exposebrae 2005.
Parceria que dá certo - Para participar da Exposebrae vale tudo...até dividir o mesmo stande. A Livraria Maná e a Gyovana Sun, presentes e bijuterias, viraram parceiras no objetivo de vender e expor seus produtos. As duas empresas também são vizinhas e ficam na Galeria Daniele. “Nos somos amigas e queríamos muito participar da Exposebrae, ai fiz a proposta de dividir o mesmo stande. Esta dando certo e já estamos pensando em repetir no próximo ano”, disse Fabiane do Vale, representante da Livraria Maná. SEBRAE aplica novo método de estratégia de resultados práticos para artesãos de Cruzeiro do Sul Sandra Assunção Cerca de oitenta artesãos de Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima e Rodrigues Alves já sobrevivem da atividade que exercem. Bijuterias, abajures, capas de almofadas, bolsas e outros itens confeccionados com fibra de buriti, do carrapicho e sementes já são vendidos em vários estados do Brasil. A organização dos artesãos e vários cursos fazem parte do plano plurianual desenvolvido em parceria entre o Sebrae e o governo do Estado para revitalizar a atividade artesanal. Um exemplo de sucesso é a Associação Patha Mama, das mulheres do Rio Crôa em Cruzeiro do Sul. Utilizando as fibras do carrapicho e do buriti, elas fazem variados objetos, que chama atenção pela elegância rústica. A presidente da Associação, Francisca Teixeira diz que por meio de um curso aplicado pelo Sebrae há dois aos, o grupo de mulheres do Crôa, descobriu que o carrapicho era uma “mina de ouro”. Hoje a venda das peças garante renda para cerca de oito famílias. A ex-costureira Enedina Queiroz é outro exemplo de sucesso. Ela também fundou uma associação e junto com as companheiras percorre feiras em por todo o Brasil. O carro chefe são as peças em fibra de buriti. Uma loja de Belo Horizonte compra mensalmente mais de R$ 2 mil da Associação das mulheres artesãs do Juruá. Enedina conta que a criatividade ela já tinha, mas por meio dos cursos aprenderam técnicas de confecção, de designe e o principal: “a organização por meio de associações, o que facilita a produção, a venda e gera renda para todos”, conta ela. Industrialização - Apesar do Vale do Juruá ser rico em sementes, os artesãos tinham que comprar sementes em Rio Branco. Com o frete, o quilo chegava a R$ 30. Com o curso dado pelo artista plástico Gesileu Salvatore, os artesãos aprenderam a colher, tingir e industrializar sementes de açaí e outras aqui mesmo. Além disso, utilizando óleos naturais, aprenderam também a imunizar as sementes, afastando qualquer risco de alergia par quem usar as bijuterias. Estratégia para resultados - Agora os artesãos estão tendo acesso á GEOR – Gestão Estratégica Orientada para Resultados, uma metodologia que o Sebrae está aplicando em todos os seus projetos. A GEOR tem o objetivo de apresentar resultados concretos e duradouros, integrar e concentrar esforços entre os parceiros (fortalecer estas parcerias) e controlar e avaliar resultados. De acordo com Aldemar Santos Maciel, coordenador do programa Sebrae de Artesanato, os cursos já não são o objetivo final, e sim, ferramentas. “O objetivo final mesmo é o aumento das vendas, na renda, é o mercado e a melhoria da qualidade de vida de quem produz”, explica Aldemar. A artesã Silvângela Silva, faz e vende bijuterias há dois anos. Ela participou de todos os cursos ministrados no Sebrae e diz que o GEOR é a forma de pôr em prática tudo o que foi aprendido até agora. “Aprendemos a retirar produtos da floresta, a secar e tingir sementes e agora aprendemos como tornar a atividade mais profissional, afinal a venda de bijuterias ou qualquer outro artesanato é um negócio”, avalia. |
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E x p e d i e n t e : |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Com Leonildo Rosas |
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