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Palácio Rio Branco entre as maravilhas brasileiras Monumento histórico do Acre é o décimo mais votado no concurso que expõe as 30 obras mais belas e importantes do país |
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O Palácio Rio Branco está em décimo lugar no ranking dos monumentos mais votados pelo concurso “7 Maravilhas Brasileiras”, lançado pela Revista Caras em outubro. A votação, disponível no site www.caras.ig.com.br, segue até o dia 31, com a exposição online de 30 obras para serem votadas. De acordo com o regulamento do concurso, todas as obras disponíveis para votação são as mais belas e importantes construídas no Brasil. Cada uma possui uma representação histórica para o Estado e por vários motivos são consideradas patrimônios históricos. O Palácio Rio Branco, por exemplo, foi construído em 1930, inspirado na arquitetura greco-romana. Ele ostenta quatro imponentes colunas em sua fachada e abriga em seu interior exposições que mostram episódios históricos da população acreana. Até ontem, a Fortaleza de São José de Macapá, no Amapá, aparecia como o primeiro colocado no concurso. O monumento é uma construção militar do período colonial e representa a maior fortificação construída pelos portugueses no Brasil. Em segundo lugar no ranking, aparecia o Conjunto Arquitetônico de Natividade, de Tocantins. Na seqüência estavam: Centro Histórico de Ouro Preto (Minas Gerais), Fortaleza dos Reis Magos (Rio Grande do Norte), Teatro Amazonas, Jardim Botânico de Curitiba, Catedral de Brasília e Palácio Rio Branco. “O Palácio Rio Branco é um monumento que merece estar entre as 7 maravilhas brasileiras porque além de ser o cartão postal do nosso Estado, reserva toda a história do nosso povo”, disse o acreano Rodrigo Torres. Segundo a coordenação do Palácio, a história desta imponente obra se confunde com a história de Rio Branco e da própria história do Acre. O prédio, situado na região central da maior cidade do Estado, representa muito mais do que um dos principais marcos arquitetônicos e urbanísticos do ocidente amazônico, segundo historiadores. Através de suas paredes, salas, colunas, janelas e praças, pode-se aprender acerca de uma complexa trajetória de uma sociedade que se fez nas ricas florestas da borracha, mesmo contra a vontade de homens poderosos, de países ou de agentes econômicos internacionais. É um pouco desta história que os visitantes passam a conhecer ao passar pelas salas históricas do palácio. Na primeira sala existe uma exposição de diversas fotografias que ilustram toda a história do Palácio Rio Branco, bem como das praças que existem em seu entorno. Lá estão expostos desde o projeto original que orientou o início das obras do palácio em 1929, passando por imagens das diversas fases de sua construção que se estendeu até o fim da década de 40, pelas modificações que o palácio sofreu ao longo das últimas quatro décadas, até as atividades sociais, políticas, culturais, e religiosas que sempre ocorreram nas ruas e praças ao seu redor. Além disso, a sala mostra diversos objetos e imagens que retratam o árduo cotidiano dos seringueiros que com o seu trabalho no interior da floresta deram origem à singular sociedade acreana e ajudaram a construir a sede definitiva do Governo do Acre: o Palácio Rio Branco. A Revista Caras informa que cada pessoa pode dá um voto de participação no concurso. Àqueles que ainda não votaram, poderão acessar a página da revista e clicar até o dia 31 deste mês. |
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