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POLÍTICA

Vigilância Sanitária apreende uma tonelada de carne clandestina

Vistoria foi realizada durante o último fim de semana na capital

Cedida
Carne de sol secava sobre o
telhado, com risco de ser contaminada


Whilley Araújo

Em uma operação rotineira realizada pela Vigilância Sanitária Municipal, durante o último sábado em açougues, mercearias e mercados que vendem carnes na capital, foi apreendida uma tonelada de carne clandestina – comercializadas sem registro veterinário e consequentemente sem rótulo.

Carne de sol e charque foram os tipos de carne vistoriados pelos agentes da vigilância. Eles verificaram que apenas três, das marcas de charque inspecionadas, tinham registro no Instituto de Defesa Animal e Florestal do Acre (Idaf), ou seja, certificação do Serviço de Inspeção Federal (SIF).

Entre as autuações, um caso chama atenção: um comerciante colocava a carne de sol para secar no telhado do próprio estabelecimento, sem adotar nenhuma medida de higiene para garantir um alimento saudável aos consumidores do produto.

Em situações como essa, é aberto um processo sanitário, instituído pela lei 1.623 do Código Sanitário Municipal, onde o infrator é sujeito a uma pena leve, grave ou gravíssima, com punições de multa, advertência ou pena educativa. A sentença é dada pelo diretor da Vigilância Sanitário de Rio branco, Edson Carneiro.

Após a operação do último final de semana, toda a carne clandestina apreendida foi encaminhada ao Aterro Sanitário Municipal para ser inutilizada.

De acordo com Erison Melo, chefe da Divisão de Produtos da Vigilância, os agentes do órgão estão todos os sábados de plantão, fazendo vistorias em estabelecimentos comerciais com o intuito de garantir a higiene e qualidade dos produtos consumidos pela população.

“Todo cidadão que perceber comerciantes vendendo produtos sem rótulo, com o prazo de validade vencida ou sem a devida higiene, pode entrar em contato com a Vigilância Sanitária, pelo telefone 3211-2113, que iremos até o local fazer uma vistoria, e, se for o caso, punir os infratores”, orienta Erison. “Denunciando, as pessoas ajudam a Vigilância a coibir as irregularidades.”

 
 
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Rio Branco-AC, 19 de janeiro de 2007
   GIRO GERAL
Com Moisés Alencastro
   NA TRIBO
Com Roberta Lima
   PORONGA
Da Redação
 
 
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