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Campanha de preservação do Rio Acre Auditório “Rio Acre” foi inaugurado durante solenidade realizada na manhã de ontem |
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Durante café da manhã realizado ontem, o Banco da Amazônia (Basa) inaugurou em sua sede localizada na Nova Avenida Ceará o auditório “Rio Acre”. A iniciativa faz parte da campanha de preservação do principal afluente da região e visa despertar a conscientização por parte da população sobre a importância de cuidar do manancial, que é responsável por abastecer todo o Vale do Acre. Representantes do Estado, município e de diversos estabelecimentos bancários prestigiaram o ato de inauguração do auditório. Entre as autoridades estavam o vice-prefeito da capital, Eduardo Farias, Francisco Salomão, presidente da Federação das Indústrias do Acre (Fieac), e Pedrinho Oliveira, presidente da Câmara de Vereadores de Rio Branco, entre outros. A mobilização dos órgãos e instituições para a questão vem sendo feita pela Associação dos Amigos do Rio Acre. De acordo com Abidias José de Sousa Junior, presidente do Basa, como principal agente de fomento da região o Banco da Amazônia já vem lutando há vários anos para a preservação do ecossistema e sobretudo dos mananciais fluviais do norte do país. “É comum para o banco realizar essas referências como estamos fazendo agora. Com o auditório Rio Acre, a história do Estado está sendo colocada presente, além de ser um chamamento para que cada cidadão desse Estado observe e entenda a necessidade de preservar e cuidar do rio Acre”, destacou Abidias. Para o superintendente do Basa, Marivaldo Melo, o evento promovido ontem foi de extrema importância para se pudesse dar início à campanha de divulgação das ações que os Amigos do Rio Acre irão realizar ao longo do ano. As atividades previstas pela Associação vão desde a educação ambiental até ações de plantio de árvore e saneamento. “Não basta fazer saneamento se as pessoas continuarem poluindo o rio. Sendo assim, é preciso ser feita uma ampla divulgação e conscientização de toda a população quanto à importância do rio. Apesar de estarmos na Amazônia, contamos com pouca água, e temos que despertar para a questão de que esse líquido é de suma importância para a nossa sobrevivência”, acrescentou. | |
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