COTIDIANO
 COLUNAS
 EDITORIAL
 ENTREVISTA
 ESPECIAL
 ESPORTE
 POLÍTICA
 NACIONAL
 OPINIÃO
 VARIEDADES
 EDIÇÕES
 EXPEDIENTE
 E-MAIL
 
NACIONAL

Chávez vai considerar suspensão de petróleo para EUA

Presidente venezuelano quer forçar o fim de agressões

 


Brasília - O presidente venezuelano Hugo Chávez, disse ontem que não tem planos de deixar de enviar petróleo aos Estados Unidos, mas advertiu que considerará a medida se o governo norte-americano mantiver sua agressão à soberania do país.

“Não temos planos para deixar de enviar petróleo aos Estados Unidos”, afirmou em seu programa dominical Alô Presidente e declarou que “se o ‘império’ ataca a Venezuela, agride e pretende nos causar danos, como já fez, então consideraremos tomar a decisão de não enviar nenhuma gota de petróleo”.

O programa foi transmitido da Faixa Petrolífera de Orinoco, área onde operava a estadunidense Exxon Mobil. “Queremos seguir ajudando o povo dos Estados Unidos, esperamos que entendam que aqui existe um governo soberano, um povo e trabalhadores”, disse o presidente.

A Faixa Petrolífera de Orinoco constitui a maior reserva petroleira do mundo, em um espaço que engloba 55 mil quilômetros quadrados, uma reserva de cerca de 300 milhões de barris de petróleo.

Chávez solicitou às empresas transnacionais que “terminem de entender que aqui [na Venezuela] há um governo soberano, que aqui há uma democracia, que aqui há leis, que aqui há um povo e que aqui há uma PDVSA [estatal venezuelana de petróleo]”.

“Yankees go home [ianques, vão para casa], dizemos desde aqui, desde a faixa de Orinoco. Aqui esteve o império ianque. O império que invade, o império que bombardeia, o império que agride, o império que viola soberanias de povos como a Venezuela, que a tinha controlada”, afirmou.

No programa Alô Presidente, Chávez mostrou aos telespectadores, em cadeia nacional, as instalações da PetroMonagas, área onde antes a petroleira norte-americana Exxon Mobil tinha sede.

“A Exxon Mobil tinha mais de 300 mil quilômetros quadrados. Eram os reis e senhores. Era como ter um país gringo dentro da Venezuela, uma colônia”, disse Chávez ao criticar, inclusive, o fato de que os trabalhadores “tinham que falar inglês”. (Agência Brasil)

 
NACIONAL
© Copyright Página 20 todos os direitos reservados    -      Imprimir       -       TOPO
Rio Branco-AC, 19 de fevereiro de 2008
   GIRO GERAL
Com Moisés Alencastro
   NA TRIBO
Com Roberta Lima
   PORONGA
Com Leonildo Rosas
 
 
P E S Q U I S A