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Idalina Onofre cobra apuração da morte de diarista em presídio Parlamentar diz que episódio não deve cair no esquecimento |
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Vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Aleac, Idalina esteve em Sena Madureira na última segunda-feira, 17, onde, juntamente com os deputados Valter Prado (PSB), presidente da Comissão, e Mazinho Serafim (sem partido), ouviu algumas pessoas que podem ajudar na apuração da morte do trabalhador. Raimundo Nonato deu entrada no presídio no dia 15 de fevereiro deste ano, após ser flagrado cometendo pequenos furtos no comércio do município. Após passar por exame de corpo de delito, ele foi preso preventivamente, não tendo sido constatado nada de anormal no momento em que foi encaminhado pela polícia da cidade. Dias após dar entrada no presídio, o diarista começou a passar mal e teve que ser encaminhado para a capital para receber atendimento médico, já que seu caso era considerado muito grave. No dia 26 do mesmo mês o jovem presidiário morreu, levantando a suspeita de que havia sofrido espancado. Existe a suspeita, inclusive, de que ele tenha sido espancado pelos seus próprios companheiros de cela, o que jogaria por terra a suspeita inicial de que havia sido barbarizado por carcereiros do presídio. Cautela - Após ouvir algumas pessoas, Idalina e os demais membros da comissão recomendaram prudência à imprensa na divulgação dos fatos, uma vez que as informações acerca do caso são muito desencontradas. “Precisamos ter cuidado ao divulgar informações sobre esse caso, uma vez a sua apuração está apenas começando”, afirmou a parlamentar. A deputada revelou que ficou estarrecida com a situação que encontrou no presídio local, onde imperam a desorganização e a falta de estrutura. Segundo Ela, os detentos, em sua maioria jovems na faixa etária de 21 anos, vivem em situação desumana e sem nenhuma perspectiva de recuperação. “Precisamos mudar a realidade dessas pessoas”, afirmou Idalina, que defende que os detentos cumpram suas penas e paguem as dívidas com a sociedade, mas sejam tratados de forma humana e tenham respeitados seus direitos. “Não dá mais para aceitar que ocorram espancamentos e mortes nos presídios do Estado”, enfatizou a deputada. Na semana que vem os membros da comissão retornam ao município para dar seqüência às investigações. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
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| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Com Leonildo Rosas |
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