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Visa orienta sobre o consumo de peixe no Estado |
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Técnicos da Vigilância Sanitária Estadual (Visa) estiveram nos estabelecimentos que manipulam e fornecem alimentos à base de peixe, para verificar as condições em que os pratos são confeccionados. A fiscalização partiu depois da notícia de que a ingestão de peixes crus ou mal cozidos estavam causando o aparecimento de um parasitose intestinal, chamado “autóctones de Difilobotríase”. Os casos foram notificados em 27 pessoas, no município de São Paulo. Todas elas teriam consumido peixe cru da culinária japonesa. No entanto, o alerta da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) serviu para todas as unidades dos Estados. No Acre, a gerência do setor tomou a iniciativa de verificar as condições de consumo do produto e orientar os proprietários de restaurante sobre os perigos que podem causar o mal cozimento desse. “Aqui no Acre nós não temos o hábito de comer peixe cru. As pessoas preferem consumir o alevino assado, frito ou em caldeirada. Porém, não custa prevenir, para evitar qualquer tipo problema para a população”, explicou o gerente da Vigilância Sanitária Estadual (Visa), Luiz Felipe Jaguaribe. Ele lembrou que o parasita detectado na região sudeste, causa os mesmos sintomas de qualquer verminose e que pode ser detectado através de exames, mas que, de acordo com os especialistas, chega crescer até dez metros dentro do intestino humano. “O fato da ocorrência ter sido notificada fora do Estado não nos isenta de tomar os nossos devidos cuidados”, acrescentou ele. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Com Leonildo Rosas |
| ANCELMO GÓIS |
| Com Ancelmo Góis |
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