| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
Do Editor |
||
Direitos da infância e juventude Acreditava-se, anos atrás, que o progresso os avanços científicos, principalmente no campo da medicina, a globalização das comunicações e outras tantas conquistas do século XXI trariam a paz social, o fim da violência e de tantas outras mazelas que fazem o mundo um lugar cruel para as minorias, para os mais carentes, para as mulheres e, principalmente, para as crianças. O otimismo dos poucos não passou de um sonho, de uma utopia. O que se vê, nesse início de século são as mesmas chagas sociais registradas no início do anterior, com algumas modificações, ou melhor, sofisticações. Crianças, meninos e meninas são as maiores vítimas quando se fala em desrespeito a direitos fundamentais. Também são as preferidas quando se trata de abuso sexual - aliás, esse é um dos crimes mais repulsivos que um ser humano pode cometer contra outro, porém, um dos mais comuns, principalmente nos países de menor desenvolvimento. Há, porém, iniciativas governamentais e não-governamentais em todo o mundo que buscam por fim a esse tipo de abuso. Ontem, por exemplo foi o Dia Nacional de Combate ao Abuso Sexual de Crianças e Adolescentes. A data é mais do que um simples dia no calendário, é o momento em que diversas instituições se unem para propor soluções para pôr fim aos crimes contra as crianças. No Acre, parlamentares se uniram à sociedade para discutir a questão, buscar soluções e propor ações imediatas. Do encontro realizado na sede do parlamento acreano, surge a boa notícia: uma delegacia especial tratará dos crimes contra a infância. São iniciativas como essa que fazem a diferença e mostram que é possível combater, com vigor, atrocidades como essa. O Acre está no caminho certo. |
||
|
||
| COTIDIANO |
| COLUNAS |
| EDITORIAL |
| ENTREVISTA |
| ESPECIAL |
| ESPORTE |
| POLÍTICA |
| OPINIÃO |
| VIA PÚBLICA |
| VARIEDADES |
| EDIÇÕES |
| EXPEDIENTE |
| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |