| COLUNAS | ||
| PORONGA | ||
| Da Redação | ||
FRASE
“Não sou candidato de mim mesmo. Só não admito que as coisas sejam feitas às escondidas.” Adalberto Ferreira (PMDB) Data oficial Será dia 26, uma sexta-feira, o anúncio oficial do nome do candidato a vice-governador na chapa da Frente Popular. A comitiva de dirigentes da FP embarca para Cruzeiro do Sul dia 25. Essa é uma forma de prestigiar os moradores da região do Juruá. Suplência Já o anúncio dos dois suplentes do senador Tião Viana será feito em Rio Branco dia 29, segunda-feira. Trama em Brasília A degola da candidatura do economista Adalberto Ferreira (PMDB) ao
governo começou a ser tramada em Brasília, durante a convenção
peemedebista que discutia candidatura própria à Presidência.
Mas, anteontem à noite, aqui em Rio Branco, houve uma reunião
de peemedebistas com a turma de Marcio Bittar (PPS). Foi uma prévia. A verdade é que nota publicada na coluna ontem e o comentário feito pelo jornalista Leonildo Rosas, no telejornal TV5 Notícias, caíram como uma bomba nas hostes peemedebista. A degola de Ferreira foi antecipada no jornal e na televisão. Noite afora Os peemedebistas começaram a reunião ontem pela manhã na casa de Mauri Sérgio. Como não houve definição, eles entraram à noite no escritório político do senador Geraldinho Mesquita, que é favorável à manutenção da candidatura própria. Às 15h55, Adalberto Ferreira fez a seguinte declaração à coluna: “Não pedi para ser candidato. Vou até o fim. Minha candidatura não é instrumento de barganha e sua finalidade é a de reorganizar o partido”. Sem abrir Antes de a coluna ser fechada, a posição de Adalberto Ferreira era a de não abrir mão de concorrer. Ele alega que estão sendo desrespeitosos com sua trajetória de peemedebista histórico. Durante a reunião interna chegou a ameaça recorrer à Justiça para ter seu direito garantido. Como é um homem comedido, dificilmente fará isso. Vaia no Mauri Sinceramente, não dá para entender a posição de Mauri Sérgio em defender o PMDB junto a Marcio Bittar. Afinal, nas eleições de 2004, o ex-prefeito foi praticamente impedido de subir no palanque do pepessista. Durante um comício no bairro Cidade Nova, ele foi saudado com uma salva de vaias pelos “bittaristas”. Isso sem contar que em 1998 Bittar foi eleito para Câmara Federal com o apoio do então prefeito Mauri e 30 dias depois da posse largou o glorioso pelo PPS, deixando o partido sem representação federal na legislatura 1998/2002. Dias de Chicão Adalberto Ferreira vive seus dias de Chicão Brígido, que tantas vezes foi usado pelos dirigentes peemedebistas. A diferença é que deixaram Chicão concorrer. Terceira investida Confirmada a retirada da candidatura de Adalberto Ferreira, fica à mostra apenas a fragilidade ideológica e de comando do PMDB. O grupo de Marcio Bittar tentou desestabilizar, sem sucesso, as candidaturas de Edílson Cadaxo (PSDB) e Chagas Freitas (PFL). Agora aposta na possibilidade de se dar bem no partido onde iniciou a carreira política. Troca na equipe Emissários da prefeita de Cruzeiro do Sul, Zila Bezerra (PTB), andam sondando gestores públicos com representatividade e aceitação popular em Cruzeiro do Sul. Ela anda preocupada com as pesquisas que lhe dão 3% de aceitação popular e estaria propensa a fazer mudanças na sua equipe. Hoje, os cruzeirenses não qualificam a administração de “ruim”. Eles dizem que ela não existe. Apoio do Barão Quem conhece a política do Juruá garante que o ex-governador Orleir Cameli não apoiará publicamente nenhuma candidatura ao governo do Estado, mas, com certeza, não ficará contra uma coligação que tem na disputa seu sobrinho Gladson e o primo César Messias. Gesto solidário Deputados acreanos que participam da X Conferência da Unale, em Manaus, receberam gestos de solidariedade dos parlamentares de todo o país contra as agressões do jornalista Diogo Mainardi ao Acre. A entidade que congrega os deputados estaduais brasileiros publica nota de repúdio na imprensa local. Manchetes A imprensa amazonense deu amplo destaque aos parlamentares acreanos, que fizeram discursos duros na conferência. O deputado Sérgio Petecão (PMN) declarou que Mainardi feriu a alma do povo acreano, que tem uma história de luta para ser brasileiro. Foi aplaudido de pé. Carro roubado Semana passada, o veículo de uma importante autoridade do sistema de Segurança Pública foi recapturado em Cobija. A camionete fora roubada aqui em Rio Branco e levada para a Bolívia. Um dos assaltantes foi preso. Os outros dois estão sendo procurados. Alquimia Pelo andar da carruagem, os tucanos não estão precisando de um marqueteiro para transformar Geraldo Alckmin num candidato competitivo. Um alquimista cairia bem melhor. Quebrando barreiras Desde que assumiu a Gerência Regional do Banco da Amazônia, Marivaldo Melo está se empenhando para quebrar barreiras da instituição em relação à sociedade. Esta semana, ele foi até a Associação Comercial explicar aos empresários que não é tão difícil, como parece, contrair financiamento no banco. Se isso tivesse acontecido antes, a situação seria outra. O preço dos políticos Olha essa do jornalista Fernando Rodrigues, aquele que detonou o escândalo do Senhor X. “Que desmoralização! O boato brasiliense desta 5ª feira: dois senadores teriam participado de uma operação de R$ 3 milhões para aliviar a barra de bingueiros na CPI dos Bingos - aquela que investiga de tudo, menos bingos. Comentário que ouvi de alguém que é PhD nessa área: ‘Imagine!? 3 milhões? Esse boato é só um boato mesmo. Não pode ser verdade. Até porque 3 milhões é um valor muito alto para uma operação dessas’. Em tempo de ‘sanguessugas’ que lucram 5 a 15 mil por ambulância, a anedota faz todo o sentido.” Jogando a toalha O jornalista Josias de Souza, da Folha de S. Paulo, ontem fez publicar informação que pode indicar nova tarefa para o senador acreano Tião Viana. Diz Josias: “Ao escolher na semana passada o senador Aloizio Mercadante como seu candidato ao governo de São Paulo, o PT causou uma dor de cabeça para Lula. Em conversa que deve ocorrer no início da próxima semana, Mercadante pedirá ao presidente que o libere das atribuições de líder do governo no Senado. Mercadante deseja dedicar-se em tempo integral à sua campanha ao governo de São Paulo. No final de março, quando ainda disputava a legenda com a ex-prefeita Marta Suplicy, o senador já pedira a Lula que o substituísse na liderança. Não foi atendido”. Líder efetivo Na prática, informa o jornalista, “a liderança do governo vem sendo exercida, há cerca de duas semanas, pelo vice-líder Romero Jucá (PMDB-RR). Mas Lula hesita em oficializá-lo na função. Jucá foi ministro da Previdência e teve de ser afastado em meio a denúncias de seu envolvimento com desvios de verbas públicas em Roraima”. Tião Viana “A alternativa mais plausível para o governo seria a indicação do senador Tião Viana (PT-AC). Há, porém, um problema. Viana é vice-presidente do Senado. Para tornar-se líder, precisaria deixar o posto”. Vida cruel Não é tão doce a vida de deputado. Muitos não serão reeleitos nas eleições de outubro. Mesmo assim, até o fim do mês elegerão para cargo vitalício o próximo conselheiro - ou conselheira - do Tribunal de Contas do Estado. |
||
|
||
| COTIDIANO |
| COLUNAS |
| ENTREVISTA |
| ESPECIAL |
| ESPORTE |
| POLÍTICA |
| OPINIÃO |
| VIA PÚBLICA |
| VARIEDADES |
| EDIÇÕES |
| EXPEDIENTE |
| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |