| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
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Do Editor |
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| Criança é responsabilidade de todos Olhar uma criança trabalhando na rua e não se indignar é negligenciar a vida dela e ignorar o futuro de sua própria geração. Não há mais tempo nem espaço para justificativas em relação à permanência de meninos e meninas nas ruas das cidades do Acre. Do contrário, o muito que se prega a respeito de proteção, defesa, direitos e responsabilidade de todos terá sido mero discurso por parte de quem ainda diz se importar, se revoltar e se preocupar com a situação infância no Estado. Para verificar a presença dos “trabalhadores mirins” nas ruas de Rio Branco não precisa ir longe. Eles aparecem nas vias próximas à Assembléia Legislativa do Acre (Aleac) e praticamente na frente da Câmara do município, locais onde os transeuntes passam quase despercebidos não fosse a intervenção dos minúsculos corpos que oferecem algum tipo de serviço ou pedem ajuda financeira. A realidade atual pede uma intervenção imediata por parte dos órgãos de proteção e dos gestores do Estado e município, sob pena de, daqui a pouco tempo, pouco mesmo, haver uma legião de crianças pedintes e desamparadas pelas vielas da cidade. É preciso que os discursos saiam do papel e sejam postos em prática. Quando isso acontecer, todos saberão por que as crianças estarão sentadas nos bancos das escolas, ao invés das calçadas. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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