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Meio Ambiente incentiva plantio de floresta para gerar energia |
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Brasília – O Ministério do Meio Ambiente sai na frente na estratégia do governo Lula de, em consonância com o governo do Acre e de outros estados da Amazônia, implantar um programa de geração de energia alternativa na região que seja consorciado com a preocupação de preservação de sua grande floresta. Neste sentido, foi lançado ontem no Palácio do Planalto um reforço importante para o Programa de Plantio Comercial de Florestas (PropFlora), que passará a financiar também a cultura de espécies florestais exóticas para a geração de energia. Anunciada pela ministra Marina Silva, a novidade consta do Plano de Safra 2004/ 2005, que também foi lançado ontem. Na verdade, o PropFlora foi lançado em 2002 com uma articulação dos ministérios do Meio Ambiente e da Agricultura e do Banco do Brasil para incentivar a plantação de florestas para uso industrial e a recuperação e a manutenção de áreas de preservação permanente e de reserva legal. Os beneficiados são associações, cooperativas e produtores rurais. Além da Amazônia, o programa abrangerá outras regiões do país. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, com o incentivo do PropFlora ao plantio de árvores exóticas de crescimento rápido, fornos para secagem de grãos, por exemplo, poderão ser abastecidos com espécies como o eucalipto, poupando as florestas nativas e reduzindo o desflorestamento. O programa também contribuirá com o Plano para a Prevenção e Combate do Desmatamento na Amazônia, lançado em março pelo governo federal. Além disso, o programa vai gerar empregos e renda, diversificação das atividades no campo e conservação da água e do solo. O Ministério do Meio Ambiente informou que o PropFlora vai disponibilizar R$ 150 mil para cada produtor, somando R$ 50 milhões em investimentos no setor. A liberação dos recursos, por conta do Banco do Brasil, será de acordo com as fases de preparação, de plantio e de manutenção das florestas. Centro de quelônios no Amazonas Outra novidade na área da sustentabilidade da Amazônia, anunciada pelo Ministério do Meio Ambiente, é o projeto para transformar o estado do Amazonas em um centro de produção e exportação de quelônios (tartarugas e tracajás). O projeto conta com a participação do Ibama e da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), com o apoio da Suframa. O Ministério do Meio Ambienta informa que o Amazonas é o maior produtor de quelônios do país, com 69 criadores registrados e cerca de 400 mil animais em cativeiro. O estado também tem um grande volume de pesquisas e informações sobre as tecnologias apropriadas de criação e manejo de quelônios geradas pelo projeto Diagnóstico da Criação de Animais Silvestres no Amazonas, uma parceria do Ibama, da Universidade Federal do Amazonas e do CNPq. Segundo o ministério, a Suframa, por meio do Distrito Agropecuário e do seu Departamento de Desenvolvimento Sustentável, estuda a instalação de um abatedouro com inspeção federal para quelônios e a construção de indústrias de beneficiamento associadas. O projeto também inclui a organização e o incentivo aos demais componentes da cadeia produtiva, como a produção de filhotes em áreas naturais, pesquisa e marketing. Atualmente, a tartaruga e o tracajá são as espécies mais procuradas para criação comercial. Durante o 1º Seminário de Criação e Manejo de Quelônios na Amazônia Ocidental, realizado este mês, cerca de 228 representantes do setor discutiram os entraves para o avanço da atividade na região. O encontro serviu, também, para divulgar a produtores, técnicos, pesquisadores, estudantes de graduação e público em geral, os resultados das pesquisas com quelônios e sua aplicabilidade. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Com Leonildo Rosas |
| ANCELMO GÓIS |
| Com Ancelmo Góis |
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