| VARIEDADES | |
Criatividade em Feira de Ciência e Artes Cerca de 400 alunos participaram do importante evento do Colégio de Aplicação que acontece a cada dois anos |
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Eles encontraram diversas formas de mostrar ao público assuntos variados. Desde as tradicionais maquetes à túneis que davam acesso a decoração inusitada ao lugar. A arte e a ciência juntas em assuntos como o meio ambiente, a mitologia grega ou simplesmente o surgimento do rock no Brasil ou quem sabe a literatura de Monteiro Lobato. Assim foi a IV Mostra de Ciência e Artes do Colégio de Aplicação de Educação Infantil e Ensino Fundamental e Médio, que aconteceu durante todo o dia de ontem. Uma verdadeira viagem a um universo de conhecimento, todos se entregaram ao prazer de um dia sair da cadeira de aluno e ensinar o que aprenderam da forma que acharam melhor. E com essa liberdade que ousaram na criatividade. Em quatro anos de tradição a Feira de Ciências e Artes do colégio Aplicação só acontece a cada dois anos. Nesta edição ela envolveu cerca de 400 alunos. A diversidade sempre foi sua forte característica, e a feira manteve praticamente todas as salas do colégio ocupadas. Aírys Roney Teixeira e seus cinco colegas de classe levaram seis meses para pesquisar e elaborar a forma de apresentar a história de Édipo Rei, personagem da mitologia grega. Aluno da 2a série do ensino médio ele diz que o grupo identificou que toda a vida de Édipo envolvia o místico. Daí a surpresa. Quem visitou a sala que mostrou sobre o deus grego, teve de passar por um túnel negro feito de plástico. No ambiente também místico, alunos mostraram as formas utilizadas para ser ler o destino. A arte na escola Pertinho desse ambiente misterioso, no auditório da escola, alunos da 6a série usaram do teatro para falar do descobrimento do Brasil de maneira humorada e improvisada. Tiraram bastante gargalhadas da platéia. Outros estudantes da 2a série do ensino médio buscaram os conhecimentos da massagem linfática para mostrar aos colegas. E conseguiram. Kaliany Braga, 15 anos, Saulo Albuquerque, 16, Samara Oliveira, 16, Lana Lima, 16 e Roosevelt Justos, 16, praticaram durante uma semana com profissionais da área, que eles garantem serem poucos em Rio Branco. O difícil foi manter a sala vazia com as sessões gratuitas de massagem. Na entrada do colégio alguns experimentaram a carreira de radialista e gostaram da experiência. Além dos musicais o lugar foi usado pelos estudantes para troca de recadinhos. A 3a série pegou como tema "Monteiro Lobato e os estudos da ciência". Com 9 anos, João Bergue junto aos colegas trabalhou especificamente com a obra "O Sitio do Pica-pau-amarelo". Eles optaram em mostrar as guloseimas da personagem tia Anastácia. O que tornou o lugar bastante atrativo devido a distribuição de alguns quitutes, com pequenos livros de receitas e a explicação de algumas feitas pelos estudantes no local. "Está sendo muito bom participar da feira porque não é o professor que faz, somos nós", diz João. Jacqueline Bezerra, 26 anos, só saiu do colégio Aplicação para a faculdade. Depois que se formou em Biologia, foi classificada no concurso para dar aula no local. Recorda que ainda participou de uma feira como aluna. "É um trabalho de grande vantagem para os alunos. Na feira ele passa a informação e o professor é espectador". |
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