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Povos da floresta querem compensações pelo PAC

Assunto será tema do 2º Encontro Nacional dos Povos da Floresta

 


Yara Aquino

Brasília - Além das mudanças climáticas, as obras previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para ocorrer na região da Floresta Amazônica estimularam as organizações da região a promover o 2º Encontro Nacional dos Povos da Floresta. “A idéia é incorporar algumas medidas de valor e de compensação às população que vão estar em torno dos empreendimentos”, afirma o presidente do Grupo de Trabalho da Amazônia (GTA), Alberto Cantanhêde. Entre as obras previstas, estão as usinas do Rio Madeira.

O encontro deve fechar uma proposta de “PAC sócio-ambiental” a ser apresentada para governos, segundo ele. “A idéia é pautar governos nacionais e internacionais e empresas para o desenvolvimentos sustentável e acrescer esse tema na pauta das conferências regionais do Meio Ambiente que terão início no segundo semestre”.

Além da questão ambiental, a reforma agrária será um dos temas. “Há interesses que são muito particulares, mas uma coisa que é comum é quando se trata da questão da reforma agrária”, o vice-presidente do Conselho Nacional dos Seringueiros (CNS), Júlio Barbosa de Aquino.

O encontro marca a retomada da Aliança dos Povos da Floresta, que é formada pela Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), o Conselho Nacional dos Seringueiros (CNS), e o Grupo de Trabalho Amazônico (GTA). (Agência Brasil)

 
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Rio Branco-AC, 19 de junho de 2007
   GIRO GERAL
Com Moisés Alencastro
   NA TRIBO
Com Roberta Lima
   PORONGA
Da Redação
 
 
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