COTIDIANO

FGB promove Feira do Sebo Especial de história em quadrinhos

Evento acontece no Calçadão do Mercado Velho a partir das 17 horas

 

MARCELA BARROZO

Como despertar o gosto pela leitura? Em primeiro lugar, segundo especialistas, deve-se buscar o prazer de ler. Não por acaso, grande parte das crianças aprende a ler estimulada pelas histórias em quadrinhos (HQs). É com esse espírito que a Fundação Garibaldi Brasil, em parceria com a Adaga (Associação dos Doidos por Animes, Games e Afins) e a A-Jin, promove hoje no Calçadão do Mercado Velho uma Feira do Sebo Especial.

A partir das 17h, o público visitante poderá conferir, além de HQs e mangás (que são as histórias em quadrinhos japonesas) expostos à venda, apresentação de animes e músicas japonesas que darão o toque irreverente desse universo ao evento.

Para quem é colecionador, participa de grupos de fãs do gênero ou mesmo aprecia a arte e ler um bom gibi, a regra é sentir-se à vontade. Segundo os organizadores, o espaço estará aberto para leitura livre, exposição, venda ou troca de gibis. A FGB já adiantou que as próximas edições da Feira também serão temáticas, como poesia, romance e vestibular, por exemplo.

A Feira do Sebo está inserida no Programa Municipal Incentivo à Leitura, recebendo doações de livros, revistas, CDs e vinis. Os voluntários podem se dirigir à própria Feira para fazer as doações ou ainda entregá-las no Parque Capitão Ciríaco e nos centros culturais Lydia Hammes (localizado no bairro Aeroporto Velho) e Thaumaturgo Filho (no Conjunto Manuel Julião). Além do evento o material doado também é utilizado durante as atividades realizadas pelo Programa.

A história das Histórias em Quadrinhos

Considerada a “nona arte” e até mesmo um gênero da literatura pelos admiradores, as histórias em quadrinhos se dividem em cartuns, tiras e mangás. A busca de novos meios de comunicação e expressão gráfica resultou nas primeiras publicações, ainda no início do século 20. A partir do avanço das tecnologias é que esse meio de comunicação se desenvolveu ainda mais, caindo nas graças de um público cada vez maior.

O suíço Rudolph Töpffer, o alemão Wilhelm Bush, o francês Georges Colomb e o brasileiro Angelo Agostini estão entre os pioneiros desse tipo de arte. Como nas primeiras décadas os quadrinhos eram essencialmente humorísticos, é daí que vem o nome em inglês “comics” (cômicos) para designar esse tipo de publicação. (Com informações da Ascom/FGB)

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Rio Branco-AC, 19 de julho de 2008
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