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Famílias carentes recebem moradias do governo do Estado PSH realiza o sonho de morar com dignidade em Rio Branco e determina que o tempo dos barracos de lona acabou para muita gente |
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Numa cerimônia que marcou a participação da Cooperativa dos Trabalhadores Autônomos em Serviços Gerais (Coopserge) o governador Jorge Viana participou nesta segunda-feira, 18, do repasse de mais 87 Termos de Entrega do Programa de Subsídio à Habitação de Interesse Social (PSH) a moradores dos bairros localizados na região do São Francisco. O documento que comprova a posse definitiva do imóvel. O prefeito Raimundo Angelim, que iniciou o programa na época que foi secretário das Cidades, também esteve presente. O auditório da Coopserge, localizada na Rua do Divisor, ficou completamente lotado de beneficiários e familiares. O PSH já construiu 1.074 casas em várias cidades do Acre, mantendo ao mesmo tempo projeto semelhante dirigido aos moradores do campo -neste caso, o programa de Quintais Agroflorestais abriga as casas em imóveis de até cinco mil metros quadrados, onde são desenvolvidas pequenas atividades agrícolas. Até o final do ano serão construídas mais 428 casas. De acordo com o presidente da Cooserge, José Roberto, barracos cercados de papelão ou cobertos de lona e palha já não fazem mais parte do cenário urbano de Rio Branco. “Acabou. Não existe mais”, afirma, convicto dos efeitos do PSH. O PSH já está presente em Brasiléia, Xapuri, Assis Brasil, Plácido de Castro, Sena Madureira e em breve, segundo Eduardo Vieira, secretário de Obras, será implantado em várias outras cidades. Reconhecido nacionalmente pelo seu caráter inclusivo, PSH vem promovendo profundas transformações entre as comunidades mais carentes dos municípios onde está sendo implantado. De fato, dignidade seria o melhor resumo para os objetivos do PSH -completo em sua essência porque concede um teto para quem é muito pobre, gerando trabalho renda na comunidade beneficiada já que usualmente contrata mão-de-obra do próprio bairro. O PSH tem uma vertente rural, que atende colonos, ribeirinhos, seringueiros. Após a construção das casas, as quais são pintadas, medem cerca de 40 metros quadrados com dois quartos, sala, cozinha, banheiro interno em alvenaria e uma pequena varanda, os moradores recebem do Governo do Estado o Termo de Entrega. O projeto, segundo a Secretaria de Obras (Seop), é simples, confortável e privilegia também o resgate da arquitetura tradicional acreana com o telhado em duas águas e pé direito alto. O PSH é uma linha de crédito direcionada à produção de empreendimentos habitacionais canalizada pela Caixa Econômica Federal (CEF) com contrapartida do Estado ou do município. Seu objetivo principal é o de subsidiar a produção de empreendimentos habitacionais para populações de baixa renda, nas formas de conjunto ou de unidades isoladas. Desde que foi implantado, mais 1.050 casas foram construídas ao preço médio de R$10 mil (além de R$2 mil em custos operacionais também bancados pelo Governo). Os critérios para obter a casa são renda familiar máxima de um salário mínimo; famílias chefiadas por mulheres e imóvel atual apresentando risco à integridade física dos moradores. São priorizadas famílias númerosas. Mais de 80% dos contemplados são mulheres, algumas chefes de família em situação de risco social. Nesse sentido, a casa traz efetiva segurança a elas. Outros são homens trabalhadores cuja renda não permite melhorar a condição habitacional. Emoção - Como sempre, o ato de entrega dos documentos foi marcado pela pela emoção. Muitos beneficiários, a grande maioria mulheres, não conteve as lágrimas ao ter nas mãos o comprovante que são proprietários de fato e de direito do imóvel sem que tivessem desembolsar um centavo sequer para acessar ao benefício. “Com o PSH, as pessoas mais pobres têm direito a uma moradia digna”, disse o prefeito Raimundo Angelim. Para todas as classes – A política habitacional do Governo do Acre atingem todas as classes sociais, frisou Jorge Viana. Não atende somente as pessoas de melhor condição financeira, que têm posses para pagar a prestação, por exemplo, dos apartamentos do Programa de Arrendamento Residencial (PAR) cujas unidades serão entregues em breve no Calafate -mas se envolve profundamente com a questão dos menos favorecidos, em frentes importantes como o PSH. OS NOVOS BAIRROS BENEFICIADOS COM O PSH - Adalberto Aragão Coopserve: realizando sonhos, gerando trabalho e renda A Coopserve calcula que cada casa construída esteja gerando cinco empregos diretos, sem contar a atuação do pessoal de apoio da cooperativa. São pedreiros, carpinteiros, pintores, eletricistas e auxiliares de serviços gerais contratados no próprio bairro beneficiado. A cooperativa criou um lema para o PSH: “realizando sonhos, gerando trabalho e renda”. “Nada mais apropriado”, diz seu presidente, José Roberto. A Coopserve foi criada há quatro anos e desde então ajuda a construir o sonho de muitas pessoas, que é ter um “cantinho” como moradia digna. Para Angelim, que considera o trabalho de prefeito uma missão, só não valoriza uma casinha do PSH os “bacanas”, aqueles que possuem uma casa boa. O governador Jorge Viana tem semelhante pensamento: “uma das coisas que as pessoas mais querem é um teto para morar”. Jorge Viana: “São os pobres que precisam da mão estendida do governo” Em um mês, o governador Jorge Viana já participou de pelo menos quatro cerimônia de repasse do Termo de Entrega das casas do PSH, atos que ele faz questão de participar devido à importância social do programa. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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