| COTIDIANO |
| COLUNAS |
| EDITORIAL |
| ENTREVISTA |
| ESPECIAL |
| POLÍTICA |
| OPINIÃO |
| VIA PÚBLICA |
| VARIEDADES |
| EDIÇÕES |
| EXPEDIENTE |
| POLÍTICA | |
Vereadores de Brasiléia fazem reivindicações na Assembléia Legislativa Parlamentares dizem que novas fronteiras internas do Estado prejudicaram a cidade, que perdeu 300 mil hectares para Assis Brasil |
|
Uma comitiva formada por três vereadores de Brasiléia e pela assessora de imprensa da Câmara Municipal vieram ontem até a capital para fazer algumas reivindicações. Pela manhã, eles participaram da sessão na Assembléia Legislativa do Acre (Aleac) e à tarde se reuniram com o bispo da igreja católica, dom Joaquín Pertínez. Na Assembléia, a comitiva conversou com os deputados sobre o novo mapa do Acre, que, segundo eles, prejudicou a cidade de Brasiléia. “Nessa redefinição da área do Estado a nossa cidade perdeu 300 mil hectares de terra para os municípios de Assis Brasil, Xapuri e Epitaciolândia. Além disso, continuamos dando assistência aos moradores dessas áreas, o que acaba diminuindo a arrecadação de Brasiléia”, explica o vereador Raimundo Lacerda (PC do B). De acordo com ele, a área que o município perdeu era uma das mais produtivas da cidade, com um grande potencial madeireiro, na extração de seringa, castanhas e outros. “Muitos municípios foram prejudicados com a redefinição da área do Estado e Brasiléia foi um dos que mais sofreram com isso, por isso viemos pedir a ajuda de deputados para reverter essa situação”, frisou. Ao término da sessão na Aleac, a comitiva afirmou que o resultado conseguido no diálogo foi positivo, pois os deputados demonstraram vontade de unir forças para solucionar o problema. “A preocupação é que com o novo Censo as pessoas que anteriormente eram residentes de Brasiléia serão consideradas de outros municípios, com isso nossa cidade terá uma arrecadação menor”, enfatizou Lacerda. Durante a sessão, a comitiva também pediu apoio para que os deputados se mobilizassem em prol da construção de uma nova ponte entre as cidades de Brasiléia e Epitaciolândia. Lacerda argumenta que a ponte existente entre os dois municípios é de mão única e o fluxo de veículos no local é muito grande. Foi pedido ainda que os deputados realizassem uma sessão solene para abordar a situação da Área de Livre Comércio de Brasiléia e Epitaciolândia. “Aquela área está servindo apenas para os grandes empresários ficarem isentos dos impostos, já os microempresários e o município acabam prejudicados”, explica o vereador Raimundo. “Queremos que a Suframa coloque uma alfândega para distribuir as cotas, pois com a isenção de impostos os grandes empresários são os únicos beneficiados, em contrapartida o município perde em sua arrecadação e não gera emprego.” A comitiva, que além de Lacerda era formada ainda pelos vereadores Edu Queiroz (PT) e Vagner Galli (P-Sol) e pela assessora de imprensa da Câmara da cidade, Cristiane Araújo, aproveitou para visitar o bispo da igreja católica, Dom Joaquim. Na oportunidade, foi reivindicado que a igreja interiorize alguns programas que são desenvolvidos em Rio Branco, como o “Beija-flor” e “Arco-íris”. “O objetivo é que seja realizado programas deste tipo em Brasiléia, para ajudar na recuperação de dependentes químicos”, pontuou. |
|
| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
| |