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| MPE entra com ação civil pública para assegurar gratuidade de passagens de ônibus aos idosos |
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Na semana que vem, por exemplo, o MPE vai entrar com uma Ação Civil Pública contra as empresas de transportes coletivos de Rio Branco que não quiseram assinar o Termo de Ajuste de Conduta para assegurar a gratuidade das passagens às pessoas com idade acima de 65 anos. A Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (RBTrans) encaminhou à Promotoria um número considerável de reclamações de usuários dos transportes coletivos de Rio Branco que alegam receber tratamento desrespeitoso e indigno por parte dos funcionários, principalmente motoristas de ônibus. A maioria das reclamações são dos motoristas que não param nos pontos de ônibus para os idosos embarcarem ou não esperam que o passageiro entre no ônibus, e se acomodem, para seguir viagem. Por conta disso muitos idosos caem e se machucam. O Sindicato da Empresas de Transportes Coletivos-SINDCOL alega que não vai assinar o Termo de Ajuste de Conduta, alegando que são os motoristas que cometem as infrações. Na última reunião com o sindicato a Promotora de Justiça da Cidadania e Saúde, Gilcely Evangelista, explicou que é papel das empresas de transporte coletivo capacitar e qualificar seus funcionários para um bom atendimento aos usuários, principalmente aos idosos. A promotora informou que é muito importante esclarecer os idosos sobre o Estatuto, pois muitos direitos não estão sendo respeitados porque eles não os conhecem ou porque não sabem a quem recorrer. É o caso, por exemplo, do desrespeito sofridos por eles nos transportes coletivos” avaliou. A idosa Maria Almerinda de Almeida, 69 anos, é um exemplo. Carregando diariamente uma sacola de roupas dos clientes, ela confessa que tem medo de cobrar o lugar reservado para os idosos nos ônibus quando ocupado por alguém mais jovem. “Mesmo sabendo que é um direito meu, não tenho coragem de pedir para que saiam, espero que me ofereçam o lugar, caso contrário fico em pé mesmo”, disse. As principais violências A violência que não chega às estatísticas: abusos financeiros • Abusos financeiros de familiares; forçando procurações de acesso a seus bens patrimoniais, vendas de bens sem o seu consentimento, expulsão dos seus lugares, quartos, confinamento em instituições de longa permanência. Violência que não aparece nas estatísticas: estrutural e institucional • Estrutural: A que se vincula a condições de vida, a desigualdades sociais. Estudos mostram dificuldade de acesso a médicos e serviços de saúde, incidência de desnutrição, desamparo e abandono dos mais pobres: nas casas, nas ruas, nas instituições de internação. A violência que não sai nas estatísticas: familiar • 95% dos idosos brasileiros residem com suas famílias ou sozinhos em suas casas. Menos de 5% está em instituições de longa permanência. Violência familiar: Perfil do abusador • Filho muito mais que filhas; solteiros mais do que casados e filhos com menos de 49 anos. A seguir, netos, noras, genros, cônjuge e vizinhos. Como Acionar o Ministério Público Fazer uma Representação (requerimento); |
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| Administração Superior do Ministério Público do Estado do Acre: Procurador-Geral de Justiça - Edmar Azevedo Monteiro; Corregedor-Geral do Ministério Público - Ubirajara Braga de Albuquerque; Subprocuradora-Geral de Justiça - Giselle Mubarac Detoni. Página de responsabilidade da Assessoria de Comunicação Social do Ministério Público do Acre. - Jornalista responsável: Socorro Camelo MTb/AC 065. Equipe responsável: Lucimar Gomes, Juliene Silva e Socorro Camelo. - E-mail: comunicacao.mpe@ac.gov.br | |
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