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Do Editor |
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O melhor presente Nesta época do ano, todos correm em busca do melhor presente para dar aos familiares e amigos. A movimentação envolve a caça pelos melhores preços, as pechinchas, os créditos e o questionamento sobre que tipo de artigo o destinatário gostaria de receber. Os pais se embrenham nas lojas de brinquedos para garantir a alegria das crianças, enquanto outros optam por vestimentas, perfumaria, eletrodomésticos e uma infinidade de produtos que enchem os olhos dos adultos. As vitrines também estão cheias de ofertas, com parcelas a perder de vista. No entanto, em meio a essa correria, existe um apelo invisível, mas não menos importante, no que diz respeito ao melhor presente. O apelo induz a uma reflexão sobre o que faria o filho, os pais, o cônjuge ou o amigo mais feliz neste Natal. Muitos já sabem que os maiores, melhores e mais simples valores da vida não podem ser comprados com dinheiro. A amizade, o amor, a gratidão, a solidariedade, a compaixão, o respeito, assim como a paz e a tranqüilidade da alma, não custam um centavo. Elas são dadas de graça, por quem, com certeza, também as recebeu de graça. Esses, sim, são valores que a ferrugem não deforma e que podem ser mantidos apenas com um sorriso e boa vontade. Portanto, independentemente do preço do presente de Natal, é bom lembrar que os bens que o dinheiro não compra servem tanto para a criança quanto o adulto, para a mulher quando para o homem e para o rico quanto para o pobre.
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