| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
Do Editor |
||
Criatividade jovem Os jovens estão sempre criando. Cheios de energia, vontade de fazer algo para ocupar o tempo ocioso ou apenas pelo ânimo em criar, construir. Mas o que também é interessante entre eles é a capacidade de multiplicar. A nova modalidade, que tem sido motivo de olhares atentos, é o esporte Le Parkour (PK), que nasceu na França, chegou ao Brasil e ganhou adeptos na terra de Galvez e de Chico Mendes. A reportagem que está nas páginas centrais da edição de hoje (12 e 13) mostra que é o PK, como é praticado e sua origem. Em Rio Branco, ele parece tímido, mas já desperta comentários e críticas. Os adeptos enfrentam o preconceito e desafios os discursos da formalidade, do normal, mostrando valer o que acreditam ser correto. Para eles, Le Parkour significa esporte saudável, trabalhar o corpo e a mente, interação, integração. Sem compromisso em provar algo para qualquer um, eles vão praticando despretensiosamente, na verdade, a cada dia conhecem um pouco mais do que estão fazendo, seja nas manobras e saltos ou até mesmo nas leituras na internet, documentários e até filmes que mostram o Le Parkour. Na capital acreana eles também ousam em traduzir o PK como esporte e filosofia de vida, mas o conteúdo disso está sendo construído. Se, em vez de olhares recriminatórios, esses jovens tiverem apoio para se organizar e fazer dessa novidade um esporte saudável e uma filosofia de vida que pregue o bem, tornando-se atividade em bairros de populações de baixa renda, com certeza, ela o será, pois eles criam, imitam, mas também sabem com facilidade reconhecer quando são aceitos. Assim, confortáveis com o que fazem de bom, serão multiplicadores do bem. |
||
|
||
| COTIDIANO |
| COLUNAS |
| EDITORIAL |
| ENTREVISTA |
| ESPECIAL |
| POLÍTICA |
| OPINIÃO |
| VARIEDADES |
| EDIÇÕES |
| EXPEDIENTE |
| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |