| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
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Do Editor |
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| Diálogo, um bom remédio O diálogo é um excelente remédio mesmo, principalmente em se tratando do impasse que se formou em torno da tarifa do transporte coletivo de Rio Branco. De um lado, os empresários reivindicam aumento no preço da passagem; do outro, a prefeitura analisa o pedido e apresenta contraproposta e ainda o Conselho Tarifário defende a continuidade do congelamento da atual tarifa de R$ 1,75. Enquanto essas representações não entram em um consenso, a população paga o preço, como ocorreu na última quarta-feira, quando os empresários tiraram os ônibus das linhas temendo represálias por parte de manifestantes que protestavam nas ruas da capital. Resultado: a população ficou a pé. É claro que o interesse da massa usuária do serviço deve estar em primeiro lugar. Não é justo que o impasse continue e o passageiro corra o risco de mais uma vez ser surpreendido pela ausência do serviço. É o passageiro que paga o preço final pelo aumento do preço e pela gratuidade dos outros. É ele que paga, inclusive, o preço do mau-humor dos motoristas ou quando os veículos apresentam defeito e param no meio do caminho. Vendo pelos olhos da população, é bom que as partes envolvidas no sistema sentem e conversem sobre o assunto. E que as decisões sejam tomadas observando sempre o bem-estar e as necessidades do usuário. O consenso vai ser inclusive uma preocupação a menos para a sociedade, que já tem muito com que se preocupar com a instabilidade que se apresenta no dia-a-dia. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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