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Um deputado em prol da educação |
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O deputado foi membro da Comissão de Educação da Câmara por duas vezes durante seu mandato, sendo o autor da proposta de criação da Subcomissão Especial para tratar da qualidade do ensino público. O debate em relação ao tema não se ateve a discussões nacionais. Henrique Afonso procurou debater o FUNDEB e a Qualidade da Educação também no Acre, por meio de palestras em vários municípios do Estado, envolvendo professores e alunos da rede pública. Entre as ações em prol da educação, uma merece destaque. Depois de três anos de mandato, a tão sonhada implantação da Universidade da Floresta se concretiza no Acre. A Uniflora teve seu primeiro processo seletivo em fevereiro deste ano, atendendo quase três mil alunos, que passaram a ter acesso a cursos de Enfermagem, Biologia e Engenharia Florestal, além de Pedagogia, Letras (cursos já oferecidos anteriormente pela UFAC na região do Vale do Juruá). De acordo com o MEC e a UFAC, até 2008 a Universidade irá oferecer sete novos cursos, totalizando 12 graduações à disposição daquela comunidade. O Centro de Formação e Tecnologias da Floresta - Ceflora, parte integrante do projeto Uniflora, oferece cursos básicos e, em breve irá oferecer cursos profissionalizantes em várias áreas. Os laboratórios de física, química e biologia, instalados dentro do Ceflora, dão suporte para professores e alunos das escolas de ensino fundamental e médio da região. O Instituto da Biodiversidade, que também integra a Universidade da Floresta, está em pleno funcionamento. No local estão sendo realizados atualmente nove projetos de pesquisa. “A educação tem um papel importantíssimo na construção da cidadania dos acreanos e no desenvolvimento do nosso Estado. Muito foi feito, mas ainda temos muito a fazer”, afirma Henrique Afonso. Como ele mesmo gosta de afirmar, a luta em prol da educação ainda tem um longo caminho a seguir. Talvez esse seja o motivo que faz com que Henrique Afonso tenha assumido o compromisso com os trabalhadores da área de apoiar à reivindicação da isonomia salarial, por acreditar que a qualidade da educação passa necessariamente pela valorização dos trabalhadores e por entender que a equiparação do teto salarial da educação aos demais setores é uma causa justa. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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