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Senador Tião Viana quer apressar votação sobre licença-maternidade Proposta já foi aprovada pela CDH do Senado Federal |
![]() Tião Viana disse que vai conversar com Arlindo Chinaglia |
“Não existe preço trabalhista ou empresarial quando se garante o equilíbrio afetivo para a criança brasileira”, ponderou o presidente interino, lembrando que a ampliação da licença-maternidade beneficia toda a família e ainda reduz gastos na área de saúde, uma vez que o período de seis meses é decisivo para o desenvolvimento do sistema neurológico e imunológico da criança. O presidente interino afirmou que vai discutir com a Mesa Diretora e com os líderes da Casa uma maneira do Senado dar um exemplo em relação à matéria. O projeto da senadora Patrícia Saboya (PDT-CE) vale para funcionárias de empresas públicas e privadas e também para mães adotivas. O benefício não é automático. Mas os empregadores que aderirem ao Programa Empresa Cidadã, criado pelo projeto, poderão deduzir no cálculo do Imposto de Renda o valor integral da remuneração que a mãe receberá nos dois últimos meses da licença. No caso das empresas do Simples, o desconto poderá ser feito na cesta geral de impostos. Os primeiros quatro meses da licença-maternidade continuarão sendo pagos pelo INSS. Na administração pública, a adesão também é facultativa. Seis estados e 58 municípios já ampliaram a licença para o seu funcionalismo, mesmo antes da aprovação do projeto. (da assessoria de parlamentar) |
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