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A poesia de Alan Rick em Reflexos D’Alma Em sua segunda obra poética, o jornalista lança hoje seu livro, que é também uma homenagem a Mário Maia |
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Solidão, navegar, arrependimento, alma triste, fruit de la passion. Essas são algumas das palavras escolhidas para anunciarem as linhas poéticas de um jornalista que consegue passear por diversos assuntos com sensibilidade e destreza. Alan Rick deixa visível no sorriso e brilho nos olhos a satisfação pelo amadurecimento literário em sua segunda obra “Reflexos D’Alma”, que será lançado hoje, às 20 horas, no Memorial dos Autonomistas. O livro de 105 páginas do acreano que descobriu no jornalismo a grande vocação e na poesia, a maneira de dar vazão à sua visão de mundo é também uma homenagem ao conceituado médico e político Mário Maia, que também tinha a poesia como um prazer na vida. Quem acompanha pela telinha o trabalho jornalístico ou os amigos, que tem na convivência do apresentador, uma pessoa brincalhona e divertida, agora terão oportunidade de conhecer também o poeta, até porque o primeiro trabalho que ele fez, aos 22 anos, intitulado “O Efêmero e o Eterno”, o considera desconhecido pela tímida divulgação. Quem é - Alan Rick Miranda tem 28 anos. Acreano da capital, aos 22 anos ele iniciou sua carreira, ao ser aprovado em um teste na TV Acre, onde começou a atuar como apresentador. Mas confessa que deve muito a TV Gazeta pelo que é. A poesia veio antes do anseio pela notícia na vida de Alan, que começou a soltar a imaginação poética aos 14 anos de idade. O primeiro livro lançou por meio da lei municipal de incentivo à cultura. Poemas livres é como denomina o trabalho. É que no incentivo de Mário Maia, que acreditava no potencial poético do jornalista, ele aprendeu que dar formas aos sentimentos, emoções e opiniões em um papel, era o primeiro passo à poesia. Com um estilo clássico, rigoroso com o uso da língua portuguesa, Mário Maia fez mais que incentivar, alertou Alan às formas dadas ao que escreve. O livro No livro, Alan Rick diz ser presenteado com a apresentação feita pelo presidente da Fundação Cultural Elias Mansour, o teatrólogo, professor e contador de histórias Gregório Filho, o comentário do jornalista Francisco Dandão a apreciação literária da professora Maria Alzenir Alves. A foto escolhida pelo jornalista para ilustrar a capa é de Oscar Perez. As poesias também são recheadas com divertidas charges de Raimundo Ribeiro Mendes, o Dim. Além dos poemas de Alan, algumas obras inéditas de Mário Maia foram publicadas em “Reflexo D’Alma” como homenagem ao grande incentivador. Os mil exemplares do livro, publicado pelo apoio cultural do Banco da Amazônia (Basa), serão colocados à venda nas livraria Paim, Nobel e também doados à Biblioteca Pública e algumas escolas. A obra Da revolução acreana, ao homem, a paixão, o amor à crítica de uma geração consumidora regida por modas. A diversidade da poesia de Alan Rick é um dos atrativos de seu livro, que também contém uma crônica a Mário Maia. Para comemorar as páginas de um homem apaixonado, emotivo e também do olhar crítico jornalista que ele deixa transparecer em alguns poemas que denunciam aspectos sociais, o autor de “Reflexo D’Alma” irá comemorar o lançamento de sua obra na companhia da voz de Verônica Padrão, sua irmã, Mirla Miranda, e outros músicos. Ele também promete soltar a voz no que promete ser hoje um encontro de amigos em uma boa celebração à arte. |
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