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Aumento da violência na capital é assunto na Câmara Vereadores querem ação contra a criminalidade crescente |
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A tribuna da Câmara de Rio Branco foi usada ontem pela maioria dos vereadores para repercutir o alto índice de violência que vem assustando a população da capital do Estado. Astério Moreira (PSB) considera a situação “gravíssima” e sugeriu que os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário formem uma força-tarefa para combater o problema. “O processo deve envolver os juízes de primeiro grau, a sociedade organizada e os empresários, por meio de suas organizações, para que discutam a violência, enquanto o governo toma medidas urgentes. Acredito que não depende só da Secretaria de Segurança. O problema é muito mais amplo, sendo necessária uma ação conjunta dos poderes para fazer frente a essa onda de crimes”, frisou. Segundo ele, o primeiro passo seria o governador Binho Marques se reunir com o presidente da Assembléia Legislativa do Acre, (Aleac), Edvaldo Magalhães, o presidente do Tribunal de Justiça (TJ), desembargadora Isaura Maia, do Ministério Público Estadual (MPE), Edmar Monteiro, e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Florindo Poersch, além da Fieac e sindicatos, para discutir as ações que devem ser efetivadas em relação ao fato. “Estou dando essa idéia porque a Câmara é uma casa política. Ela abrange todos os interesses da sociedade. Acho que criticar o secretário, a Polícia Militar ou a Civil não resolve. Temos que partir para a solução do problema e essa solução vai se dar a partir do momento em que os poderes do Estado se unirem nesse sentido”, complementou. Ele lembrou ainda da lei de regressão de pena que nos últimos meses liberou um grande número de detentos que, em maioria, voltou a reincidir nos crimes e engrossar a corrente da violência. “Quando vemos os presos sendo liberados da colônia penal e reincidindo no crime, observamos que a questão não é só da polícia, mas também da Justiça”, concluiu. Já o líder do prefeito na Câmara, Márcio Batista (PC do B), lembrou que já é uma missão do governo do Estado a criação de uma política de combate à violência. Segundo ele, a exemplo de outras áreas, o gestor está planejando as ações efetivas para a área da segurança. “A área política precisa discutir essa questão com serenidade e pensando no interesse público, porque se ela for partidarizada ou levada para o campo ideológico vai ficar mais difícil. Não devemos fechar os olhos, devemos discutir, mas discutir com profundidade”, assegurou. No ponto de vista do líder comunista, o agente causador da violência ainda está ligado à questão social, sendo que o tema precisa ser discutido também na área da educação. Para ele, o debate sobre a violência poderia ser incluído na grade curricular, sendo permitido pela Lei de Diretrizes da Educação Básica a inclusão desse tipo de tema na sala de aula. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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