| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
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Do Editor |
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| A saúde em boas mãos No que depender do governador Binho Marques e da bancada acreana no Congresso Federal, já ficou claro que os problemas que ainda causam entraves no sistema de saúde do Estado serão os prontos cruciais a serem combatidos nos próximos quatro anos. Ontem ele deu mais uma prova de que a inclusão social, que tanto defende em seu modelo de gestão, coloca em primeiro lugar a melhoria na qualidade de vida da população. O fato de descentralizar o trabalho no setor de saúde surge como forma de agilizar o andamento das funções das unidades. O resultado previsto é que a mudança seja sentida desde as grandes tomadas de decisão das diretorias, aos investimentos e a até nas cirurgias e simples consultas no posto de saúde do bairro mais afastado dos municípios. Porém, já é uma realidade que o Acre é o Estado do país que mais investiu em saúde desde o ano de 2004. O Projeto Gestão Democrática da Saúde, lançado ontem pelo governador Binho Marques, visa dividir as funções dentro do sistema para tornar o serviço mais acessível ao cidadão e transparente diante dos conselhos e lideranças de movimentos sociais, podendo esses acompanharem de perto e sugerirem melhorias no seu funcionamento. Apesar do avanço obtido no setor de saúde, grande parte da população ainda reclama da dificuldade de acesso ao sistema. Conhecedor da problemática que aflige o acreano, o governador aflora, antes do homem político, o homem de gestão técnica, que amplia sua visão sobre o que deve ser mudando e as prioridades. Os setores de saúde, educação, segurança, emprego e geração de renda estão na linha de frente dessas prioridades. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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