| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
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Do Editor |
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| Justiça célere Um agricultor, um homem do povo, do tipo comum em qualquer cidade do país, acorrentou-se ontem a uma grade no centro da cidade para protestar contra a morosidade da Justiça, que desde 2001 retém processo de indenização de terras que foram desapropriadas pelo governo federal na cidade de Cacoal (RO). O processo veio parar na Justiça do Acre e ele, até agora, não viu a cor do dinheiro. Sem entrar no mérito da questão, vale dizer que é falsa aquela máxima de que a justiça tarda, mas não falha. Se tardou é porque ela é falha, sim, e em situações como essa só trouxe prejuízos para um cidadão que teve a vida dedicada ao trabalho. O cidadão em questão optou por acorrentar-se em sinal de protesto. Outros, menos criativos, apenas calam e esperam. Em muitos casos, quando a justiça finalmente vem, já é tarde demais. Não se pode, porém, jogar a culpa dessa situação nas costas dos magistrados, do Ministério Público ou mesmo da Polícia Judiciária. A culpa é de todo um sistema que se nega em modernizar-se, atualizar-se ou preparar-se para melhor atender todos os cidadãos. A mudança cabe aos legisladores, ao Executivo e ao próprio Judiciário. Juntos eles deverão buscar novas formas de fazer justiça, pois os mais humildes não podem mais ser prejudicados com um sistema que não anda e mal funciona. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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