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Da Redação

 

Economista Celso Furtado morre no Rio, aos 84 anos

O economista Celso Furtado morreu ontem, ao meio-dia, em seu apartamento em Copacabana (zona sul do Rio), aos 84 anos, vítima de um colapso cardíaco. O corpo será velado na sede da ABL (Academia Brasileira de Letras), para a qual ele foi eleito em agosto de 1997. O enterro será hoje, às 11h, no mausoléu da ABL, no cemitério São João Batista, em Botafogo (zona sul).

Doutor em economia pela Sorbonne, de Paris (França), Furtado foi o primeiro ministro do Planejamento da história do país (1962-64) no governo do presidente João Goulart (1961-64). Ele também ocupou a pasta da Cultura no governo de José Sarney (1985-90). Entre suas realizações, está a criação da Sudene (Superintendência para o Desenvolvimento do Nordeste) na década de 50.

Em uma de suas últimas manifestações política, Furtado assinou um abaixo-assinado organizado por petistas e personalidades em defesa da manutenção de Carlos Lessa no comando do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), que acabou demitido na última quinta-feira (18).

Consultor do Emilio Goeldi ajuda a planejar futuro do Parque Chico Mendes

A futura administração de Raimundo Angelim já conta com a consultoria do ambientalista Antonio Costa, do Museu Emílio Goeldi, de Belém (PA) que aplica técnicas para melhor gerenciamento do Parque Chico Mendes. Na sexta-feira, Costa esteve ministrando palestra no auditório da Secretaria de Extensão Agroflforestal. “Falamos sobre ciência da educação ambiental”, disse Costa.

O Parque Chico Mendes foi criado quando Jorge Viana era prefeito de Rio Branco. Junto com o Parque Zoobotânico da Universidade Federal do Acre, integra os principais espaços urbanos totalmente conservados de mata nativa. O Chico Mendes abriga ao menos quatro espécies diferentes de animais em estado silvestre. A fauna é abundante nos cerca de seis hectares do lugar. O zoológico mantém dezenas de animais.

Mas sua história recente é dramática. Nas últimas administrações, sofreu com o descaso e recentemente, os bichos do zoológico estavam passando fome e o parque foi fechado. O caso chocou e escandalizou os acreanos e só a partir do noticiário negativo a prefeitura tomou providências e reabriu o local à visitação pública.

Antecipando o planejamento para o Parque Chico Mendes, o futuro prefeito dá mostras significativas de sua preocupação com o local, que deve se consolidar como referência em pesquisas zoológicas na Amazônia. (Edmilson Ferreira)

Andréa Zílio,

Agradeço de coração a divulgação no Jornal Página 20, é bom saber que existem pessoas como você que apoia e incentiva a cultura musical do nosso Estado, e foi pensando nisso que surgiu a idéia de criar um espaço alternativo em Rio Branco, onde as bandas locais que tocam hits que vão de Rock anos 80, reggae, pop e composições próprias tivessem seu trabalho devidamente apresentado e valorizado, uma vez que o espaço para cultura musical não oferece muita oportunidade. Pensou-se também em um espaço onde a sociedade pudesse freqüentar com tranqüilidade tendo em vista que fosse um local descontraído e acima de tudo seguro. Todas as casas noturnas de Rio Branco, já possuem seu estilo próprio e um tanto quanto diferente do estilo que procuraremos estabelecer na Quarta do Jabaculê (toda semana). Boates, casas de show, restaurantes, barzinhos nenhuma dessas opções proporciona o diferencial que queremos causar. A idéia de realizar a festa na Chopperia Sahara surgiu por localizar-se em um lugar que foi restaurado e a partir de então tornou-se mais valorizado, que é o Calçadão da Gameleira e é um ambiente seguro e que tem muito haver com apoio cultural, já que a maioria dos shows, feiras e até mesmo o carnaval são realizados neste local. A Chopperia Sahara possui uma estrutura para confortar 800 pessoas, área coberta, uma a céu aberto, espaço para mesas, pista de dança, palco, banheiros, bar e restaurante, no ambiente citado poderemos alcançar o objetivo almejado, que é diversão com segurança e divulgação da cultura musical acreana (bandas locais).

Um abraço,
Walker Klaus – organizador da 4ª do Jabaculê, que acontece todas as quartas-feiras, no Sahara

São Paulo inaugura parque infantil construído com armas ‘’derretidas’’

São Paulo - As armas recebidas pelo Estado de São Paulo na Campanha do Desarmamento transformaram-se em um Parque de Brinquedos inaugurado na manhã de ontem na Praça Parque Sapopemba, em São Mateus, na Zona Leste da Capital. Participaram do evento os ministros da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, e da Cultura, Gilberto Gil. Iniciada em 15 de julho, a campanha do Governo Federal já recebeu cerca de 170 mil armas em todo o país. São Paulo foi o estado co maior número de armamentos recebidas - 48.333 até 16 de novembro.

Instalado em uma área cedida pela prefeitura, o Parque dos Brinquedos conta com gangorra, balanços e escorregador com arquitetura especial, feitos com o ferro derretido das armas recolhidas pela Polícia Federal e encaminhadas ao Exército. O armamento foi encaminhado para a Siderúrgica Flanaço, em Osasco, onde foi transformado em lingotes. Esses lingotes deram origem a chapas de aço produzidas pela Siderúrgica São Joaquim, em São Joaquim da Barra. Por fim, as chapas foram encaminhadas à Siderúrgica Soufer, em Campinas, onde foram cortadas em tiras para a fabricação dos tubos metálicos.

O processo de design, fabricação, montagem e pintura das peças foi feito pela Lao Engenharia, em Itu. Todo os trabalhos foram feitos em forma de doação, sem ônus para a União.

Ar das igrejas pode fazer mal à saúde, diz estudo

O ar que há dentro das igrejas poderia fazer mais mal à saúde que aquele à beira de uma rua movimentada, segundo uma nova pesquisa.

Cientistas holandeses afirmaram que o ar nas igrejas tem mais hidrocarbonetos policíclicos, que podem causar câncer, que o ar respirado em ruas em que passam 45 mil carros por dia.

O nível de pequenas partículas poluentes sólidas (PM10) nas igrejas estudadas é 20 vezes maior que o permitido pelas regulamentações européias.

Ciência cria gato “hipoalergênico” para quem teM alergias

Para quem adora gatos, mas não pode chegar perto de um por ter alergia ao pêlo do felino, talvez a solução esteja no gato “hipoalergênico”, que uma empresa de biotecnologia americana promete pôr no mercado a partir de 2007.

Para evitar tratamentos dolorosos e muitas vezes custosos contra as alergias ao pêlo destes animais domésticos, a empresa Allerca lançou um programa para criar um gato com informação genética modificada e sem o gene responsável pelas alergias nos humanos, explicou um comunicado.

O gato custará cerca de US$ 3.500, de acordo com informação no site da empresa.

 

 
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Rio Branco-AC, 21 de novembro de 2004
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