| OPINIÃO | ||
| OPINIÃO | ||
José Alício Martins da Silva * |
||
Esporte no Acre, uma questão de Estado Muitas vezes, lemos textos de políticas públicas que ficam a quilômetros da realidade. O Governo do Acre, liderado pelo companheiro Jorge Viana, traçou diretrizes específicas na área do esporte que já refletem, na prática, um novo retrato da área esportiva no Acre. O esporte como prática social historicamente construída e culturalmente desenvolvida pelo homem é um fenômeno sócio-cultural bastante consolidado no mundo contemporâneo. Em quase todas as nações, o esporte desponta como meta importante de programas governamentais. Em um estado ainda de muitas desigualdades sociais e com escassos recursos financeiros, ao passearmos com nossos olhos críticos pelos investimentos públicos do Governo da Floresta com o Esporte, perceberemos de imediato uma verdadeira revolução. Foi preciso reconstruir quase tudo . . . foi preciso otimizar recursos, contratar e capacitar pessoas, introduzir conceitos, tecnologias e, fundamentalmente, ultrapassar os desafios através da prática, transformando princípios e diretrizes em ações concretas que garantissem acesso às atividades esportivas a milhares de acreanos. Esta política economicamente correta e sócio-ambientalmente sustentável, é um forte instrumento que transforma o esporte em uma questão de Estado. É algo que veio pra ficar. Esta política dá forma aos anseios não apenas da comunidade esportiva, mas de toda a população acreana. São crianças, jovens, adultos e idosos. Atletas ou não-atletas, saudáveis ou doentes, deficientes ou não, de qualquer raça, ricos ou pobres, homens e mulheres, enfim, todos são detentores da política esportiva em curso. Ao criarmos uma Secretaria Extraordinária exclusiva para o Esporte, o Governador Jorge Viana, já tinha a dimensão do quanto era preciso fazer, mas talvez não soubesse do tanto que é possível fazer. No campo da Inclusão, por exemplo, o programa “Esporte Comunitário” já atende mais de 14 mil crianças e adolescentes. São meninos e meninas que poderiam estar nas ruas, mas estão ganhando dignidade, saúde e cidadania. Esporte e Lazer como fatores de promoção da saúde perpassam esta política de ponta a ponta, da criança ao idoso. A atividade física passou a ser encarada como algo fundamental, que deve estar presente no dia-a-dia das pessoas. A criação de espaços de lazer: Parque da maternidade, Parque do Tucumã, Via Verde, Núcleos e Centros Poliesportivos expressam a dinâmica da evolução da auto-estima, associada à qualidade de vida dos acreanos. Nos esportes de Rendimento, além da construção da infra-estrutura esportiva e equipamentos como Centro Olímpico, Piscina Olímpica e outros. Medalhas foram conquistadas por acreanos, em várias regiões do país, bem como no Exterior. O talento é detectado desde cedo e as crianças são encaminhadas para as entidades esportivas praticantes dos esportes (associações, clubes, federações) que poderão transformá-las em atletas, por meio de incentivo financeiro que o Estado disponibiliza através da Lei de Incentivo ao Esporte ou dos Convênios firmados com as entidades organizadoras das manifestações esportivas no Acre. A política esportiva no Acre contempla igualmente o potencial econômico do esporte. Em sua cadeia produtiva, esta atividade ganha cada vez mais peso na formação da riqueza do Estado É importante fator de geração de emprego e renda e contribui também para a inclusão social de milhares de pessoas. O nosso maior desafio agora é despertar a consciência Acreana para agir frente ao potencial esportivo do Acre, e fortalecer o esporte como política pública essencial, em sintonia com outros setores para que se consolide cada vez mais como política de estado. * Especialista em Esporte e Lazer, Secretário Extraordinário de Esporte do Governo do Acre, Mestrado em Ciência do Movimento Humano (UTIC) |
||
|
||
| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
| |